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Distrito Federal

Greve de vigilantes afeta hospitais públicos e Farmácia Central no DF

Movimento afeta segurança nas unidades públicas e distribuição de medicamentos, remédios e insumos para a rede

10/11/2021 11:17, atualizado 10/11/2021 12:49
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Material cedido ao Metrópoles
Grevistas

Em cobrança por salários atrasados, os vigilantes de hospitais públicos do Distrito Federal entraram em greve, nesta quarta-feira (10/11). Segundo a categoria, mais de 2.000 profissionais cruzaram os braços.

De acordo com o Sindicato dos Vigilantes do DF (Sindesv-DF), o movimento atingiu diversos hospitais e a própria Farmácia Central, responsável pela distribuição de insumos, medicamentos e remédios.

Segundo o sindicato, sem vigilância, a Farmácia Central fechou na manhã desta quarta-feira. As visitas nos hospitais atingidos seguem até às 14h, mas, caso a greve se agrave, elas poderão ser interrompidas.

O movimento atingiu os hospitais regionais do Sobradinho, Guará, Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Brazlândia. Também afetou o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e a Farmácia de Alto Custo.

Veja imagens da greve:

Greve de vigilantes afeta hospitais públicos e Farmácia Central no DF - destaque galeria
3 imagens
Greve afetou inclusive a Farmácia Central do DF
Aproximadamente, 74% da categoria aderiu ao movimento grevista
Mais de 2 mil vigilantes entrem em greve nos hospitais públicos do DF
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Mais de 2 mil vigilantes entrem em greve nos hospitais públicos do DF

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Greve afetou inclusive a Farmácia Central do DF
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Greve afetou inclusive a Farmácia Central do DF

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Aproximadamente, 74% da categoria aderiu ao movimento grevista
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Aproximadamente, 74% da categoria aderiu ao movimento grevista

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Por outro lado, uma parcela dos vigilantes recebeu os salários em dia. A categoria trabalha normalmente, por exemplo, no Hospital de Base e no Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

O DF conta com 2.700 vigilantes na rede pública. Ou seja, 74% da força de trabalho está em greve. Os salários dos funcionários são em média de R$ 2.800.

Ao longo de 2021, os vigilantes têm sofrido constantes atrasos de salários. Para a categoria, a situação é “revoltante” e causa “indignação”.

Outro lado

O Metrópoles entrou em contato com a Secretaria de Saúde para obter algum posicionamento sobre a questão. Em nota a pasta prometeu solucionar o problema.

Leia a nota completa:

A Secretaria de Saúde informa que está realizando todos os trâmites necessários para regularizar o pagamento das empresas de vigilância, evitando o desdobramento da greve anunciada e maiores danos à população do Distrito Federal.

A pasta esclarece que ontem no fim da tarde a Câmara Legislativa aprovou a suplementação ao orçamento para pagamento dos serviços de vigilância. O repasse às empresas será feito assim que os recursos chegarem ao Fundo de Saúde.

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