Professores das redes pública e privada serão vacinados juntos no DF

Secretário de Educação assumiu compromisso de imunizar simultaneamente as duas categorias contra a Covid-19

atualizado 22/04/2021 20:06

ProfessoraRafaela Felicciano/Metrópoles

Professores das escolas públicas e particulares serão vacinados juntos contra a Covid-19 no Distrito Federal. Nesta quinta-feira (22/4), o governo assumiu o compromisso de imunizar as duas categorias ao mesmo tempo.

A promessa foi feita em reunião entre o secretário de Educação, Leandro Cruz, e o Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinproep).

“O secretário nos chamou para dizer que vai vacinar os professores das escolas particulares junto com os da rede pública”, pontuou o diretor jurídico do Sinproep, Rodrigo de Paula.

A notícia foi divulgada em vídeo pela instituição.

Confira: 

Professores de escolas públicas e particulares protestaram cobrando a vacinação da categoria, durante o aniversário de 61 anos de Brasília, na quarta-feira (21/4). Os docentes fizeram uma carreata pelo centro de Brasília.

A partir da imunização, os professores das escolas particulares ficam mais seguros para continuar em sala de aula fisicamente. Na rede pública, as turmas presenciais estão suspensas. E a categoria diz que só volta para a sala de aula após ser imunizada.

Nesta quinta-feira, o governador Ibaneis Rocha (MDB) declarou a intenção de começar em breve a vacinação contra Covid-19 dos professores, junto de pessoas com comorbidades.

Representantes do Sinproep foram chamados para colaborar no planejamento da imunização dos docentes. Segundo Rodrigo de Paula, o governo depende das próximas remessas para colocar em marcha a vacinação da categoria.

“Não nos passaram datas ainda, mas existe a sinalização nesse sentido [de a categoria ser imunizada em breve]”, comentou. Uma das sugestões do Sinproep é começar a imunização por docentes que atuam em creches e na educação infantil.

“A gente observa uma maior vulnerabilidade no caso das crianças menores. Elas sofrem mais dificuldades com o afastamento da sala de aula”, explicou o diretor jurídico do sindicato.

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