Rosso quer debate com "bom senso" sobre a Lei do Silêncio
Candidato ao GDF comentou o tema, que está parado na Câmara Legislativa, durante agenda no Lago Sul

Em agenda na IX Jornada Portas Abertas do Seminário Dom Bosco, no Lago Sul, neste domingo (9/9), o candidato ao GDF Rogério Rosso (PSD) falou sobre a Lei do Silêncio, parada na Câmara Legislativa devido a impasse. O buritizável – que é guitarrista – afirmou que, se for eleito e o tema não tiver sido votado ainda, vai estimular o debate, “mas com bom senso”. “A música muito alta atrapalha, mas muito baixa não ajuda também”, comentou.
A uma moradora do Setor P Sul de Ceilândia, Rosso afirmou que o Centro de Ensino Médio 10 terá, no período noturno, turmas da chamada faculdade distrital, a ser criada se ele vencer a disputa pelo Palácio do Buriti.
No evento, o candidato voltou a defender mudança na política de juros do Banco de Brasília (BRB). O peessedista apontou que pelo menos 50% dos servidores do GDF estão endividados com empréstimos consignados e disse ser necessário o refinanciamento desses débitos e a ampliação de crédito para pequenos empresários.
“Vamos desburocratizar o crédito para o pequeno e o microempresário. Hoje, se o pipoqueiro precisar de R$ 800 para consertar seu equipamento de trabalho ou para capital de giro, são tantas as garantias que ele precisa que o trabalhador prefere procurar um agiota. Não queremos dar prejuízo para o BRB, mas vamos trabalhar para ele servir a população”, afirmou.
Menos pistola do que no dia anterior, Rosso disse ter conversado com servidores do alto escalão do BRB e afirmou que será possível baixar as taxas de juros da instituição para os correntistas. Para ele, essa redução deixará o banco mais competitivo.


