Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Política

Entenda como funcionava o esquema de corrupção no Mané

Segundo a Polícia Federal, a arena, que deveria custar R$ 690 milhões, teve um valor final de R$ 1,5 bilhão

20/08/2017 05:30, atualizado 30/10/2017 23:21
Compartilhar notícia
Felipe Menezes/Arte/Metrópoles
Entenda como funcionava o esquema de corrupção no Mané

Na última sexta-feira (18/8), a Polícia Federal concluiu o relatório da Operação Panatenaico e indiciou 21 acusados por fazerem parte do esquema que desviou recursos públicos na reforma do Estádio Mané Garrincha.

O relatório foi encaminhado à 10ª Vara Federal. Segundo a PF, as investigações revelam “a existência cabal de um quadro de corrupção sistêmica e habitual, envolvendo agentes públicos e empreiteiras, que perdurou por quase 10 anos”.

Entre os acusados de envolvimento no esquema estão os ex-governadores José Roberto Arruda (PR) e Agnelo Queiroz (PT); o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB); executivos de empreiteiras e gestores públicos. Confira como agiram, segundo o inquérito da PF.