Alberto Fraga: “Rollemberg é cínico. Só tem ganhado no tapetão”
Mais uma vez ao falar de decreto do governador que permite muros e guaritas em condomínios, o candidato disparou contra o socialista
atualizado
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O candidato ao Palácio do Buriti Alberto Fraga (DEM) voltou a alfinetar o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) durante reunião com apoiadores, em Samambaia Sul, na manhã deste domingo (16/9).
Fraga denunciou Rollemberg, nessa sexta-feira (14), por abuso de poder político. A ação, que propõe investigação judicial ao Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF), envolve o decreto que regulamenta muros e guaritas em loteamentos.
“O problema do Rollemberg é o cinismo. Ele é muito cínico. Está gravado. Ele iria assinar o decreto, cometer um crime eleitoral gravíssimo. Alguém avisou e ele voltou atrás. Ultimamente, só tem ganhado no tapetão, porque no voto”, disse Fraga.
As críticas também foram em relação à saúde do Distrito Federal. “Eu teria vergonha de gastar R$ 185 milhões em publicidade sabendo da situação em que estão os hospitais”, afirmou o buritizável, que estava acompanhado do candidato a deputado distrital João de Deus (PR).
Ao comentar o perfil de seu eleitorado, Fraga se mostrou surpreso com a aceitação do público jovem. “Fico feliz. Eu acho que os jovens devem se comprometer mais na política, escolher melhor o candidato. Eu planejo criar uma linha de crédito de R$ 20 mil no BRB (Banco de Brasília) para essa faixa etária, para que eles possam abrir o próprio negócio”, prometeu.
Conforme mostrou Pesquisa Metrópoles/FSB, Fraga tem mais votos entre os homens e os jovens com idade entre 16 e 24 anos. O deputado federal ainda conquistou a confiança das pessoas com baixa escolaridade e sem atividade economicamente ativa.
Curiosamente, enquanto 19% das pessoas que não trabalham e nem estão procurando emprego (não economicamente ativas) pretendem votar no parlamentar, 33% desse mesmo segmento o rejeita. Ele também tem rejeição significativa entre os maiores de 65 anos (27%).
Na opinião do candidato ao GDF, gerar mais empregos no Distrito Federal diminuiria, também, a violência. “A falta de emprego é uma das principais causas da criminalidade. Brasília não pode depender só do serviço público, precisamos trazer as empresas para cá”, ressaltou.
