Operação da PCDF prende envolvidos em ataques a 57 ônibus da Urbi. Veja vídeo

Operação deflagrada pela Corpatri identificou três pessoas envolvidas diretamente nos ataques ocorridos em janeiro deste ano

atualizado

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1 de 1 PCDF - Metrópoles - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), deflagrou, na manhã desta quinta-feira (28/5) a uma operação, batizada de Búrica, para identificar os autores dos ataques coordenados a 57 ônibus da Urbi Mobilidade Urbana, que ocorreram na madrugada de 15 de janeiro. Segundo a PCDF, três pessoas envolvidas diretamente foram identificadas e presas.

Os suspeitos responderão pelos crimes de danos e ao crime específico de atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública.

Estão sendo cumpridos três mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão domiciliar em desfavor dos investigados. Os mandados foram cumpridos em Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Gama, Planaltina e Águas Lindas de Goiás.

Durante as diligências foi apreendido o veículo utilizado na dinâmica criminosa investigada, um VW/Gol vermelho.

Por se tratar de uma investigação bastante complexa, a operação contou com apoio das áreas de combate ao terrorismo e da inteligência da PCDF.

A investigação apontou fortes indícios de que os ataques teriam sido motivados por retaliação relacionada à demissão de funcionários vinculados a grupo de oposição sindical da empresa concessionária. Além disso, revelou atuação coordenada e sucessiva dos envolvidos.

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Ao menos 57 ônibus foram atacados
Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana
Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos
Ataque orquestrado foi feito em várias regiões do DF, como Ceilândia, Taguatinga e Recanto das Emas
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Ataque orquestrado foi feito em várias regiões do DF, como Ceilândia, Taguatinga e Recanto das Emas

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Ao menos 57 ônibus foram atacados
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Ao menos 57 ônibus foram atacados

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Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana
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Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana

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Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos
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Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos

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As investigações tiveram início após os ataques registrados em diversas regiões administrativas do Distrito Federal, incluindo Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Plano Piloto.

Segundo apurado pela investigação, os autores utilizavam pedras, bolas de gude e estilingues para atingir os coletivos em circulação, causando destruição de vidros, danos estruturais e colocando em risco motoristas, passageiros e demais usuários das vias públicas.


Relembre os ataques:

  • Ao menos 57 ônibus da empresa Urbi Mobilidade Urbana foram atacados na noite de 15 de janeiro de 2026;
  • O ataque orquestrado aconteceu em diferentes regiões do Distrito Federal, como Taguatinga, Recantos das Emas, Ceilândia e Samambaia;
  • Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos;
  • Sete pessoas entre passageiros e profissionais tiveram ferimentos leves com os ataques;
  • Informações preliminares já indicavam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana.

A operação identificou também a criação, no dia seguinte aos ataques, de um grupo em aplicativo de conversa denominado “Rodoviários na Resistência”, cuja descrição continha mensagens de mobilização e enfrentamento. Diversos investigados integravam o referido grupo usado para articulação e manutenção de canal de comunicação entre os envolvidos no contexto investigado.

Ao todo, as investigações apontam o envolvimento de pelo menos oito pessoas nos atos criminosos e possível integração em associação criminosa voltada à prática dos ataques coordenados. As diligências seguem em andamento.

Os investigados poderão responder pelos crimes de dano qualificado (art. 163, parágrafo único, III, do Código Penal), atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública (art. 265 do Código Penal) e associação criminosa (art. 288 do Código Penal). Somadas, as penas podem ultrapassar 10 anos de reclusão.

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