No TRT, Metrô-DF apresenta proposta a metroviários para pôr fim a greve

Com 80% da frota rodando, categoria está em greve desde 19/4. Trabalhadores querem volta de benefícios retirados

atualizado

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1 de 1 metro-df - Foto: Reprodução

Em audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), realizada nesta sexta-feira (14/5), a Companhia do Metropolitano (Metrô-DF) apresentou uma proposta de acordo coletivo aos metroviários. A categoria entrou em greve em 19 de abril último.

Com 80% da frota rodando, os metroviários pedem a volta de benefícios que foram retirados do acordo coletivo, plano de saúde e retroativos pendentes ainda da paralisação de 2019. Em nota divulgada nesta sexta, a empresa afirma que reapresentou a proposta já enviada aos metroviários em 14 de abril.

Apesar disso, a empresa também afirma que o texto de hoje “avança na concessão de reivindicações da categoria e que não foi votada até o presente momento”. O Metrô-DF propôs que as cláusulas que não tiveram consenso antes sejam discutidas na presença do TRT.

Os dois trechos que foram objeto de disputa entre o Metrô-DF e o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (SindMetrô-DF) dizem respeito ao pagamento de 13º salário do auxílio-alimentação e à quebra de caixa.

Veja imagens do metrô durante a greve:

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Metrô lotado no DF na manhã de segunda-feira (19/4)
Trens ficaram lotados e geram aglomerações na pandemia
E houve aglomeração de passageiros
Estações lotadas devido à greve dos metroviários
Viagens lotadas ao longo do dia
Espera pelos trens na Estação Ceilândia Centro
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Espera pelos trens na Estação Ceilândia Centro

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Metrô lotado no DF na manhã de segunda-feira (19/4)
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Metrô lotado no DF na manhã de segunda-feira (19/4)

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Trens ficaram lotados e geram aglomerações na pandemia
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Trens ficaram lotados e geram aglomerações na pandemia

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Apenas 14 dos 24 trens estão circulando em horário de pico, por determinação judicial
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O principal gatilho para o movimento paredista foi o corte do auxílio-alimentação no início de abril
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O horário de funcionamento será de 7h às 20h
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Em 7 de maio, sem acordo com a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), os metroviários pediram à Justiça do Trabalho que intermediasse uma negociação. A categoria informou que a greve teve como motivação a retirada de direitos trabalhistas. O principal gatilho foi o corte do auxílio-alimentação, no início de abril.

A diretora de comunicação e mobilização do SindMetrô, Meiry Rodrigues, disse que a empresa apresentou uma proposta já recusada pela categoria. Segundo a dirigente, o Metrô-DF já havia acordado com as duas cláusulas citadas na reunião desta sexta, no decorrer das negociações, mas posteriormente recusou o acordo.

“A categoria já decidiu que não aceita proposta com retirada de direitos, no entanto a empresa se recusa a manter os direitos conquistados durante anos”, protesta a sindicalista. “Na segunda-feira teremos a continuidade [das negociações] no tribunal”, finalizou.

Leia a íntegra da nota do Metrô-DF:

“A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) informa que, durante a audiência realizada nesta sexta-feira (14), no Tribunal Regional do Trabalho (10ª Região), reapresentou proposta já enviada a categoria em 14.04, que avança na concessão de reivindicações da categoria e que não foi votada até o presente momento.

Em mais uma demonstração de boa vontade e disposição em atenuar os efeitos da greve em momento tão delicado, a Companhia propôs um acordo para assinatura das cláusulas propostas pelo metrô no dia 14.04, deixando as duas cláusulas que são objeto de impasse – 13º salário do Auxílio Alimentação e Quebra de Caixa – para discussão no âmbito do TRT.

A Companhia aguarda o posicionamento do SindMetrô em nova audiência, que deve ocorrer na próxima segunda-feira.”

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