Após 25 dias de greve no DF, Metrô entra com dissídio coletivo
Nesta sexta-feira (14/5) haverá audiência de conciliação entre a empresa pública e o SindMetrô-DF na Justiça do Trabalho

A Companhia do Metropolitano (Metrô-DF) entrou com o dissídio Coletivo de Greve com propostas aos metroviários para tentar dar fim ao movimento paredista, iniciado em 19 de abril. Com 80% da frota rodando, a categoria pede benefícios retirados do acordo coletivo, além de plano de saúde e retroativos pendentes ainda da paralisação de 2019.
A entrada do dissídio coletivo foi informada aos metroviários nesta quinta-feira (13/5), 25 dias após o início da greve. A coluna entrou em contato com o Metrô, que afirmou ter ajuizado ação de dissídio coletivo e disse “aguardar o resultado da audiência desta sexta-feira para decidir sobre os próximos passos da negociação”.
Além disso, nesta sexta-feira (14/5), o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) vai intermediar audiência conciliatória entre a categoria e o Metrô. “Vamos pedir que retomem os pagamentos dos benefícios cortados. Os funcionários estão tirando do próprio bolso para trabalhar”, afirmou a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (SindMetrô-DF), Renata Campos.

Receba no seu email as notícias da coluna Grande Angular
Frequência de envio: Diário
Ver todasEm 7 de maio, sem acordo com a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), os metroviários pediram à Justiça do Trabalho que intermediasse uma negociação. A categoria informou que a greve teve como motivação a retirada de direitos trabalhistas. O principal gatilho foi o corte do auxílio-alimentação, no início de abril.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande AngularDespacho da desembargadora Maria Regina Machado do Tribunal Regional do Trabalho informou que os representantes dos trabalhadores entraram com dissídio coletivo de natureza mista: jurídico e econômica naquela data.
Veja imagens do metrô durante a greve:























