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Na Mira

DF: veja local onde camaronês guardava R$ 1,8 milhão em dinheiro sujo

O camaronês propôs pagar um comércio em dinheiro manchado com tinta preta para escapar da Alfândega, segundo a polícia

21/09/2025 13:00, atualizado 21/09/2025 14:17
Reprodução / PCGO
DF: veja local onde camaronês guardava R$ 1,8 milhão em dinheiro sujo

O camaronês de 49 anos (foto em destaque) naturalizado brasileiro e residente no Distrito Federal, que tentou comprar um restaurante por R$ 1,8 milhão em Caldas Novas (GO), guardava o dinheiro manchado em um cofre.

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As notas apreendidas
Dinheiro manchado, que estava dentro do cofre e foi apreendido
Camaronês preso em Caldas Novas
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Dinheiro manchado, que estava dentro do cofre e foi apreendido
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Dinheiro manchado, que estava dentro do cofre e foi apreendido

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Mais detalhes:

  • O estrangeiro foi preso nessa sexta-feira (19/9) por policiais civis do Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic) e da Polícia Militar de Goiás (PMGO).
  • Segundo a polícia, ele contactou um empresário interessado no comércio e propôs pagar em dinheiro vivo.
  • Durante a negociação, o camaronês explicou que as cédulas estavam manchadas com tinta preta para passar despercebidas na Alfândega.

Prisão

Ao negociar a compra do restaurante, o suspeito explicou ao proprietário como “lavar” o dinheiro, afirmando que seria necessário um solvente químico vendido por R$ 65 mil. Ele carregava um cofre cheio de notas manchadas, em reais e dólares, aparentemente verdadeiras.

As polícias Civil e Militar, alertadas sobre a negociação suspeita, prenderam o homem em flagrante e apreenderam o material usado na tentativa de compra.

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Ele foi autuado por estelionato, permaneceu em silêncio durante o interrogatório e segue preso à disposição da Justiça.