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Veja carros apreendidos em operação contra lojas de cosméticos do DF

Ao menos quatro carros de luxo foram apreendidos, que, somados, ultrapassam o valor de mais de R$ 4 milhões, segundo avaliações do mercado

atualizado

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Carros apreendidos
1 de 1 Carros apreendidos - Foto: Reprodução / PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apreendeu ao menos quatro carros de luxo na operação contra lojas de cosméticos do Distrito Federal suspeitas de esquema de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, falsidade  ideológica e organização criminosa, realizada na manhã desta terça-feira (21/10).

Os quatro veículos somam ao menos R$ 4,4 milhões, segundo avaliações do mercado automotivo. Os veículos se diferenciam entre SUV, carro esportivo e até veículo importado.


Confira os carros e o preço de cada um:

  • Chevrolet Corvette C8 – R$ 1,5 milhão;
  • Porsche Cayenne – R$ 1 milhão;
  • Cadillac Escalade – R$ 2,4 milhão;
  • BMW M340i – R$ 500 mil.

Veja imagens da operação:

Veja carros apreendidos em operação contra lojas de cosméticos do DF - destaque galeria
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Somados atingem o valor de R$ 4,4 milhões, segundo avaliações do mercado
Em endereços dos mandados de busca e apreensão, contadores de dinheiro também foram encontrados
A PCDF disse que não irá informar o nome dos investigados
A coluna, porém, apurou que o principal alvo da ação é a Império da Maquiagem (IDM)
As ordens judiciais são cumpridas em distribuidoras, escritórios de contabilidade e residências dos investigados
Quatro veículos de luxo foram apreendidos
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Quatro veículos de luxo foram apreendidos

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Somados atingem o valor de R$ 4,4 milhões, segundo avaliações do mercado
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Somados atingem o valor de R$ 4,4 milhões, segundo avaliações do mercado

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Em endereços dos mandados de busca e apreensão, contadores de dinheiro também foram encontrados
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Em endereços dos mandados de busca e apreensão, contadores de dinheiro também foram encontrados

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A PCDF disse que não irá informar o nome dos investigados
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A PCDF disse que não irá informar o nome dos investigados

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A coluna, porém, apurou que o principal alvo da ação é a Império da Maquiagem (IDM)
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A coluna, porém, apurou que o principal alvo da ação é a Império da Maquiagem (IDM)

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As ordens judiciais são cumpridas em distribuidoras, escritórios de contabilidade e residências dos investigados
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As ordens judiciais são cumpridas em distribuidoras, escritórios de contabilidade e residências dos investigados

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Em regiões como Vicente Pires, Ceilândia, Águas Claras, Sudoeste, Taguatinga e Park Way.
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Em regiões como Vicente Pires, Ceilândia, Águas Claras, Sudoeste, Taguatinga e Park Way.

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A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores de empresários, contadores e “laranjas” até o limite da dívida tributária, que ultrapassa R$ 18 milhões
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A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores de empresários, contadores e “laranjas” até o limite da dívida tributária, que ultrapassa R$ 18 milhões

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A PCDF disse que não irá informar o nome dos investigados. A coluna, porém, apurou que o principal alvo da ação é a Império da Maquiagem (IDM). A reportagem procurou a empresa e aguarda retorno.

As ordens judiciais são cumpridas em distribuidoras, escritórios de contabilidade e residências dos investigados, nas cidades de Vicente Pires, Ceilândia, Águas Claras, Sudoeste, Taguatinga e Park Way.

A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores de empresários, contadores e “laranjas” até o limite da dívida tributária, que ultrapassa R$ 18 milhões.


Mais detalhes:

  • Participam da operação cerca de 60 policiais civis, entre delegados, agentes, escrivães e peritos, além de auditores da Receita.
  • A apuração também identificou que os investigados usaram os lucros ilícitos para adquirir imóveis em nome de terceiros e abrir novas filiais, ampliando o esquema.
  • Os investigados podem responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e falsidade ideológica, com penas que somam até 26 anos de prisão.

A investigação, iniciada há seis meses, apurou a existência de organização criminosa atuante no setor de cosméticos no DF e no Rio de Janeiro desde 2019.

Empresários e contadores estariam envolvidos em esquema de sonegação de ICMS por meio da criação de empresas fictícias.

O grupo abria empresas em série, vendia produtos como maquiagens e perfumes sem recolher o imposto devido e, ao acumular dívidas, transferia as firmas para “laranjas” e declarava falsamente a mudança de sede para espaços de coworking.

Em seguida, abriam novos CNPJs e reiniciavam as atividades com o mesmo modelo fraudulento.

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