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Na Mira

Lojas de cosméticos são alvo da PCDF por sonegação de R$ 18 milhões

Operação Makeup cumpre 11 mandados de busca e apreensão contra esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Principal alvo é a IDM

21/10/2025 08:26, atualizado 21/10/2025 10:14
Reprodução / Receita Federal
Lojas de cosméticos são alvo da PCDF por sonegação de R$ 18 milhões

Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária (DOT/Decor), em conjunto com a Receita do Distrito Federal, deflagraram na manhã desta terça-feira (21/10) a Operação Makeup, para cumprir 11 mandados de busca e apreensão contra esquema de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e organização criminosa.

A PCDF disse que não irá informar o nome dos investigados. A coluna, porém, apurou que o principal alvo da ação é a Império da Maquiagem (IDM). A reportagem procurou a empresa e aguarda retorno.

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As ordens judiciais são cumpridas em distribuidoras, escritórios de contabilidade e residências dos investigados, nas cidades de Vicente Pires, Ceilândia, Águas Claras, Sudoeste, Taguatinga e Park Way.

A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores de empresários, contadores e “laranjas” até o limite da dívida tributária, que ultrapassa R$ 18 milhões.

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Somados atingem o valor de R$ 4,4 milhões, segundo avaliações do mercado
Em endereços dos mandados de busca e apreensão, contadores de dinheiro também foram encontrados
A PCDF disse que não irá informar o nome dos investigados
A coluna, porém, apurou que o principal alvo da ação é a Império da Maquiagem (IDM)
As ordens judiciais são cumpridas em distribuidoras, escritórios de contabilidade e residências dos investigados
Quatro veículos de luxo foram apreendidos
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Quatro veículos de luxo foram apreendidos

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Somados atingem o valor de R$ 4,4 milhões, segundo avaliações do mercado
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Somados atingem o valor de R$ 4,4 milhões, segundo avaliações do mercado

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Em endereços dos mandados de busca e apreensão, contadores de dinheiro também foram encontrados
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Em endereços dos mandados de busca e apreensão, contadores de dinheiro também foram encontrados

Reprodução / PCDF
A PCDF disse que não irá informar o nome dos investigados
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A PCDF disse que não irá informar o nome dos investigados

Reprodução/PCDF
A coluna, porém, apurou que o principal alvo da ação é a Império da Maquiagem (IDM)
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A coluna, porém, apurou que o principal alvo da ação é a Império da Maquiagem (IDM)

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As ordens judiciais são cumpridas em distribuidoras, escritórios de contabilidade e residências dos investigados
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As ordens judiciais são cumpridas em distribuidoras, escritórios de contabilidade e residências dos investigados

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Em regiões como Vicente Pires, Ceilândia, Águas Claras, Sudoeste, Taguatinga e Park Way.
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Em regiões como Vicente Pires, Ceilândia, Águas Claras, Sudoeste, Taguatinga e Park Way.

Reprodução/PCDF
A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores de empresários, contadores e “laranjas” até o limite da dívida tributária, que ultrapassa R$ 18 milhões
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A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores de empresários, contadores e “laranjas” até o limite da dívida tributária, que ultrapassa R$ 18 milhões

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Lojas de cosméticos são alvo da PCDF por sonegação de R$ 18 milhões
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Lojas de cosméticos são alvo da PCDF por sonegação de R$ 18 milhões

Reprodução / Receita Federal

A investigação, iniciada há seis meses, apurou a existência de organização criminosa atuante no setor de cosméticos no DF e no Rio de Janeiro desde 2019. Empresários e contadores estariam envolvidos em esquema de sonegação de ICMS por meio da criação de empresas fictícias.

O grupo abria empresas em série, vendia produtos como maquiagens e perfumes sem recolher o imposto devido e, ao acumular dívidas, transferia as firmas para “laranjas” e declarava falsamente a mudança de sede para espaços de coworking. Em seguida, abriam novos CNPJs e reiniciavam as atividades com o mesmo modelo fraudulento.


Mais detalhes:

  • Participam da operação cerca de 60 policiais civis, entre delegados, agentes, escrivães e peritos, além de auditores da Receita.
  • A apuração também identificou que os investigados usaram os lucros ilícitos para adquirir veículos de luxo, imóveis em nome de terceiros e abrir novas filiais, ampliando o esquema.
  • Os investigados podem responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e falsidade ideológica, com penas que somam até 26 anos de prisão.