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Reviravolta marca caso de mulher que agrediu homem dentro de bar no DF. Veja vídeo
Policiais da 18ª DP (Brazlândia) apuraram que o homem agredido e o ex da mulher armaram emboscada para ela e o atual namorado
atualizado
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O caso da mulher que agrediu um homem dentro de um bar em Brazlândia (DF), na noite da última terça-feira (13/1), ganhou novo desdobramento. Policiais civis da 18ª Delegacia de Polícia prenderam o ex-companheiro da agressora nesta sexta-feira (16/1), após apurarem que, na noite anterior ao ataque, o homem agredido no bar teria armado emboscada contra ela e o atual namorado da mulher. Quando apanhou da mulher, ele estava no estabelecimento acompanhado do ex dela.
Veja a mulher agredindo o homem:
Segundo a Polícia Civil, no dia da emboscada, o atual companheiro da mulher foi espancado, enquanto ela acabou empurrada e sofreu lesões leves.
Imagens:
Entenda o caso:
- A investigação apontou que o principal suspeito de ter agredido a mulher é o ex-companheiro dela. Ela tem medida protetiva em vigor, e ele está impedido de se aproximar dela.
- Preso nesta sexta-feira (16/1), o homem já apresentava histórico reiterado de violência doméstica contra a mesma vítima.
- Contra ele, há registros anteriores, descumprimentos de medidas protetivas, condenação criminal com trânsito em julgado e até violações de prisão domiciliar e de monitoramento eletrônico.
Diante da gravidade dos fatos e do risco concreto à integridade física da vítima, classificado como extremo em formulário oficial de avaliação de risco, a 18ª DP de Brazlândia representou, junto ao Plantão Judicial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), pela decretação da prisão preventiva do ex-companheiro, com fundamento na garantia da ordem pública e na necessidade de assegurar a efetividade das medidas protetivas.
Apesar do contexto de violência doméstica anterior que motivou as agressões registradas na orla do lago de Brazlândia, a mulher seguirá sendo investigada pelo crime de lesão corporal, podendo ser condenada a pena de detenção de até 3 meses.






