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Na Mira

Quem era o dono de hamburgueria no DF morto por sargento dos bombeiros

O suspeito do crime é o sargento e tatuador Ariston Ferreira Campos. Ele fugiu logo após cometer o homicídio, em Sobradinho

04/06/2025 09:29, atualizado 04/06/2025 11:17
Reprodução/redes sociais
Quem era o dono de hamburgueria no DF morto por sargento dos bombeiros

O dono de uma hamburgueria morto a tiros em Sobradinho é Joárdenes Rufino Sousa da Silva, de 44 anos (foto em destaque). O homicídio ocorreu na tarde dessa terça-feira (3/6).

O suspeito do crime ainda é procurado pela polícia. Ariston Ferreira Campos (foto abaixo) é tatuador e terceiro-sargento reformado do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF). Ele tem uma loja no mesmo prédio em que funciona a hamburgueria de Joárdenes. O crime, a princípio, teria sido motivado por uma disputa pela posse de um terreno na Quadra 13 de Sobradinho.

Imagens: 

Quem era o dono de hamburgueria no DF morto por sargento dos bombeiros - destaque galeria
3 imagens
Dono da hamburgueria que foi morto em Sobradinho (DF)
Ariston Ferreira Campos, sargento tatuador
Joárdenes Rufino Sousa da Silva, 44
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Joárdenes Rufino Sousa da Silva, 44

Reprodução/redes sociais
Dono da hamburgueria que foi morto em Sobradinho (DF)
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Dono da hamburgueria que foi morto em Sobradinho (DF)

Reprodução/redes sociais
Ariston Ferreira Campos, sargento tatuador
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Ariston Ferreira Campos, sargento tatuador

Arquivo pessoal

O conflito tem origem na “guerra” pelo lote. Inicialmente, uma idosa teria vendido o terreno para Ariston, mas, posteriormente, Joardenes disse que ele tinha adquirido a gleba antes, o que gerou impasse sobre a propriedade.

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O que se sabe até agora: 

  • Segundo relatos da sobrinha da vítima, o desentendimento se agravou após Joardenes anunciar o desejo de começar a construção de um muro.
  • O empresário teria exigido a retirada de câmeras de segurança instaladas no terreno onde estão os dois comércios.
  • Ariston se recusava a remover as câmeras, alegando ainda ter direitos sobre o espaço.
  • “A briga começou porque ele tinha umas câmeras lá na parte de dentro e meu tio [Joardenes] pediu pra ele tirar. E ele falou que não ia tirar essas câmeras, só que lá não era mais dele, não tinha por que ter câmera lá dentro”, explicou Mikaela Lorrayne.

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O caso é investigado pela 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho).