Na Mira

Quem é o “coveiro” foragido pelo latrocínio de italiano no DF

Segundo as investigações da PCDF, Bruno Cruz de Araújo participou do crime contra Orazio Giuliani, 80 anos, junto do primo Leonardo

atualizado

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Divulgação/PCDF
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1 de 1 foragido-coveiro-italiano-1 - Foto: Divulgação/PCDF

Bruno Cruz de Araújo (imagem em destaque), 26 anos, conhecido como “Coveiro”, está foragido e é procurado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por envolvimento no latrocínio (roubo seguido de morte) e na ocultação de cadáver de um italiano de 80 anos, no Distrito Federal, no sábado (11/4).

Um mandado de prisão temporária foi expedido contra o suspeito. De acordo com a PCDF, o homem possui passagens por crimes graves, tal como o crime de homicídio.

O investigado teve a imagem divulgada pela PCDF nesta terça-feira (14/4), com o objetivo de auxiliar na captação de informações sobre o paradeiro dele. As investigações seguem no intuito de localizar o corpo da vítima e qualquer informação que possa ajudar às investigações pode ser feito por meio denúncia anônima pelo número 197.

Segundo a Seção de Investigação de Crimes Violentos (SicVio) da 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião), Bruno “Coveiro” e o primo Leonardo Conceição de Araújo participaram juntos do crime contra Orazio Giuliani.

Ex-funcionário da vítima, Leonardo trabalhava na obra onde o crime ocorreu, em São Sebastião (DF). De acordo com as investigações, ele foi identificado ainda dentro do imóvel, no momento dos fatos, por meio de imagens de câmeras de segurança e reconhecimento de testemunhas.

Bruno chegou a ser identificado no dia seguinte ao crime, com ferimentos nos braços e na perna, alegando ter se machucado com um arame. No entanto, ao ser localizado pela polícia, Bruno fugiu pela mata acompanhado de um terceiro indivíduo, identificado como Lucas.

Onde está o corpo?

O caso gerou forte comoção entre moradores da região de São Sebastião, principalmente pela brutalidade dos indícios e pelo fato de o crime ter ocorrido em um local religioso em construção.

A SicVio da 30ª Delegacia de Polícia segue à frente das investigações, trabalhando para responder às principais perguntas que ainda cercam o caso: onde está o corpo da vítima, quem mais pode ter participado da ação e o que, de fato, aconteceu na noite do desaparecimento.

A PCDF sustenta que há fortes indícios de que Orazio Giuliani foi vítima de latrocínio, seguido da ocultação de cadáver. O veículo do idoso também não foi encontrado, o que reforça a hipótese de tentativa de eliminação de provas

Até que essas respostas sejam encontradas, o caso permanece como um dos mais enigmáticos e inquietantes do DF.

Entenda o caso

  • Orazio Giuliani saiu de casa na manhã desse sábado (11/4) e não retornou, o que levou sua mulher da vítima a iniciar buscas por conta própria;
  • Ao se dirigir à chácara onde o idoso construía uma igreja, ela se deparou com um cenário de horror;
  • Para os investigadores da SicVio, o cenário indica que o idoso pode ter sido rendido, amarrado e submetido a agressões violentas;
  • As apurações também revelaram que o veículo da vítima, um Peugeot 206 prata, foi visto deixando o local em alta velocidade por volta das 21h, comportamento considerado incomum, já que, segundo familiares, Orazio dirigia de forma cautelosa;
  • Câmeras de segurança registraram a presença de dois homens dentro do imóvel, mas o sistema foi desligado durante a ação, o que reforça a suspeita de um crime premeditado.

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