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Sangue e dentadura no chão: cena brutal revela morte de italiano no DF. Veja vídeo

Rastro de sangue, dentadura caída e carro em alta velocidade apontam para morte brutal de italiano de 80 anos. Corpo permanece desaparecido

atualizado

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Material cedido ao Metrópoles
dentadura ensanguentada
1 de 1 dentadura ensanguentada - Foto: Material cedido ao Metrópoles

Um vídeo produzido por policiais civis do Distrito Federal e anexado às apurações do caso expõe com detalhes a violência do crime que vitimou o italiano Orazio Giuliani, 80 anos, desaparecido desde o último sábado (11/4). As imagens mostram o interior da igreja em construção pertencente à vítima e revelam um cenário descrito por investigadores como “extremamente violento”.

No registro, é possível observar grande quantidade de sangue espalhada pelo chão de azulejo, com rastros que se estendem por diferentes pontos do imóvel, indicando que a vítima pode ter sido arrastada ou agredida em mais de um local. Entre os vestígios mais impactantes, está a dentadura de Orazio, encontrada ensanguentada e jogada no piso, além de uma corda, também com marcas de sangue, que teria sido utilizada para amarrá-lo.

De acordo com a análise da cena, os elementos reforçam a hipótese de que o idoso foi submetido a momentos de intensa violência, possivelmente envolvendo tortura e espancamento antes de sua morte. Apesar disso, o corpo da vítima ainda não foi localizado, o que leva a Polícia Civil a trabalhar com a tese de ocultação de cadáver.

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A polícia encontrou vestígios de sangue
O local apresentava grande quantidade de sangue espalhado pelo chão
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O local apresentava grande quantidade de sangue espalhado pelo chão

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A polícia encontrou vestígios de sangue
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A polícia encontrou vestígios de sangue

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Veículo desaparecido

O caso é investigado pela Seção de Investigação de Crimes Violentos (SicVio) da 30ª Delegacia de Polícia de São Sebastião, que trata o episódio como latrocínio — roubo seguido de morte. O veículo da vítima, um Peugeot 206 prata, também segue desaparecido, aumentando as suspeitas de tentativa de eliminar provas do crime.

Segundo as investigações, Orazio Giuliani era proprietário da chácara em que uma igreja estava sendo construída e mantinha rotina tranquila. O desaparecimento do italiano foi percebido pela companheira dele, Maria Lourdes de Souza, que encontrou o local com sinais evidentes de violência ao procurá-lo.

As apurações apontam como principais suspeitos o ex-funcionário da obra Leonardo Conceição de Araújo e seu primo Bruno Cruz de Araújo, conhecido como “Coveiro”. Um dos elementos de prova que ligam os investigados ao crime é um par de tênis encontrado na casa de Leonardo, que apresentava vestígios de sangue humano, mesmo após ter sido lavado.

Imagens de segurança

Testemunhas também relataram ter visto os dois dentro do carro da vítima na noite do crime, além de reconhecê-los em imagens de segurança. Bruno, que teria aparecido ferido no dia seguinte ao ocorrido, fugiu pela mata ao perceber a aproximação da polícia e permanece foragido, assim como um terceiro indivíduo, identificado como Lucas. Leonardo foi preso em flagrante e possui antecedentes criminais.

Para os investigadores da SicVio, o conjunto de provas — incluindo o vídeo da cena, os vestígios de sangue e os depoimentos — indica que Orazio Giuliani foi vítima de um crime brutal. A ausência do corpo, no entanto, mantém o caso envolto em mistério e dificulta a completa reconstituição dos fatos.

A repercussão do caso tem causado comoção entre moradores da região de São Sebastião, especialmente pela violência evidenciada nas imagens e pelo perfil da vítima. A Polícia Civil segue com as investigações na tentativa de localizar o corpo, esclarecer a dinâmica do crime e capturar os suspeitos foragidos.

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