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Na Mira

Preso por manter "escravas virtuais" usava rede de faculdade federal para divulgar abusos

O jovem fazia com que as meninas enviassem material pornográfico. As vítimas também eram obrigadas a chamar o agressor de “mestre”

23/08/2023 09:44, atualizado 23/08/2023 13:39
PCDF/Divulgação
Filho de bombeiro é preso com pornografia infantil

O jovem de 18 anos preso nesta quarta-feira (23/8) por fazer adolescentes “escravas virtuais” usava a rede de computadores de uma universidade federal, diretamente ligada ao Ministério da Educação, para divulgar vídeos e fotos de abuso sexual infantil.

Segundo as investigações da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), o jovem ordenava que as vítimas o chamassem de “mestre” e fizessem vídeos de conteúdo sexual (estupro virtual) e de automutilação (escrevessem palavras com navalha em seus corpos), tentando as induzir, por fim, ao suicídio.

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Criminoso foi preso em flagrante
Investigado foi preso no Recanto das Emas, na manhã desta quarta-feira (23/8)
Suspeito tem 18 anos e colecionava materiais de pornografia infanto-juvenil
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Suspeito tem 18 anos e colecionava materiais de pornografia infanto-juvenil

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Criminoso foi preso em flagrante
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Criminoso foi preso em flagrante

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Investigado foi preso no Recanto das Emas, na manhã desta quarta-feira (23/8)
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Investigado foi preso no Recanto das Emas, na manhã desta quarta-feira (23/8)

PCDF/Divulgação

O autor foi preso em flagrante no Recanto das Emas, no Distrito Federal. Durante as buscas, os policiais comprovaram que ele armazenava a pornografia infanto-juvenil produzida nos equipamentos informáticos de sua residência e no computador da universidade.

O material será analisado pela Seção de Perícias de Informática do Instituto de Criminalística (IC). A ação também teve apoio de peritos criminais do IC e de equipe da corregedoria do Corpo de Bombeiros, já que o pai do investigado integra a instituição militar.

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Pelos crimes de registro não autorizado da intimidade sexual, armazenamento de pedopornografia, induzimento à prática de automutilação e suicídio e estupro na modalidade virtual, o jovem poderá receber pena de até 17 anos de prisão.