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Mulher atropelada e arrastada em acidente na Ponte JK segue internada. Veja vídeo
A mulher quebrou a perna e teve fraturas na lombar após ser atingida por um carro de luxo; ela aguarda realização de uma cirurgia
atualizado
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A gerente de uma hamburgueria, que estava na garupa da moto atingida por um carro de luxo em um acidente na Ponte JK em 17 de maio, segue internada no Hospital de Base do Distrito Federal, onde aguarda uma cirurgia. Devido ao acidente, Rebeca de Medeiros Vieira, de 29 anos, quebrou a perna, teve fratura na lombar e escoriações no rosto.
Ela e o motociclista Bruno Marques, 27, foram arrastados por cerca de 40 metros após uma mulher bater na traseira da motocicleta e fugir sem prestar socorro.
Vídeo depois do acidente:
Mais de sete dias após o acidente, Rebeca de Medeiros Vieira, de 29 anos, ainda aguarda cirurgia. A coluna Na Mira entrou em contato com o Hospital de Base. O espaço segue aberto para manifestações.
Em entrevista à coluna, a mãe da vítima, Maria Aparecida, relatou o estado de saúde da filha. “Ela está sentindo muitas dores e anda dormindo bastante por causa dos medicamentos”, contou.
Segundo Maria Aparecida, a última informação recebida pela família é de que a motorista ainda não havia prestado depoimento à polícia.
Acidente e fuga
O caso é investigado pela 10ª Delegacia de Polícia, no Lago Sul, como acidente de trânsito com vítima, omissão de socorro e abandono do local sem comunicação às autoridades.
“Depois do acidente, a mulher entrou em outro carro, um Gol branco, e foi embora”, afirmou Bruno Marques, o condutor da moto envolvida no acidente.
Até o momento, não há informações sobre o comparecimento da suspeita à delegacia ou se ela já foi ouvida pela polícia.
Fraturas e lesões
O motoboy Bruno Marques está impossibilitado de trabalhar desde o acidente. Ele sofreu fraturas nos pés e lesões nas mãos, no joelho, no quadril e no abdômen. Autônomo, Bruno afirma ser o principal responsável pelo sustento da família. Casado e pai de um filho pequeno, ele relata depender da ajuda de amigos até mesmo para comprar medicamentos.
“Passo o dia inteiro atrás do sustento da família”, disse o motociclista, ao descrever a rotina antes do acidente, quando saía de casa por volta das 10h e retornava apenas após as 22h.

















