Na Mira

“3h de buceta”: funcionárias são “desligadas” após polêmica em receita

A decisão foi tomada pela Secretaria Municipal de Saúde após a conclusão da sindicância sobre a suposta prescrição médica

atualizado

metropoles.com

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Reprodução / Redes sociais
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1 de 1 3h-de-buceta - Foto: Reprodução / Redes sociais

Após a polêmica envolvendo uma suposta receita médica que prescrevia “3 horas de buceta”, a Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha, em Pernambuco, concluiu o procedimento interno sobre o conteúdo que viralizou nas redes sociais. A sindicância apurou que o documento foi confeccionado por duas estagiárias do curso técnico de enfermagem sem o conhecimento ou a autorização da técnica de enfermagem a qual o nome consta no carimbo. Segundo a secretaria, elas foram automaticamente desligadas do estágio.

“Brincadeira”

Segundo a secretaria, as estagiárias relataram que fizeram a prescrição em contexto de “brincadeira”. Depois, o conteúdo foi divulgado nas redes sociais por uma delas.

Ainda de acordo com a pasta, o documento “não possui validade técnica ou administrativa, uma vez que continha apenas o carimbo de uma técnica de enfermagem da rede municipal, sem a respectiva assinatura profissional”.

A Secretaria informou que a sindicância foi concluída e que não foram identificados elementos que indicassem participação, anuência ou responsabilidade da técnica de enfermagem, motivo pelo qual a profissional foi reintegrada às suas funções.

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