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Na Mira

Morre CAC que tentou matar esposa estrangulada em gráfica do DF

Empresário atirou contra si mesmo depois de discutir com a companheira e estava internado em estado grave no Hospital Regional de Ceilândia

17/11/2022 09:19, atualizado 17/11/2022 12:04
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Hospital Regional de Ceilândia

O empresário de 37 anos com registro de caçador, atirador e colecionador (CAC) que tentou matar a companheira, morreu nesta quinta-feira (17/11). O suspeito estava internado em estado grave no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) desde o dia do crime, no domingo (13/11), quando disparou contra si mesmo com uma carabina.

CAC tenta matar esposa, é impedido e abre fogo em gráfica do DF

A tentativa de feminicídio ocorreu na gráfica que pertence ao empresário, em Ceilândia. Durante uma briga, que começou por volta das 20h30, o CAC chegou a incendiar o imóvel.

Um funcionário do estabelecimento interveio, e começou a lutar com o atirador. Nesse momento, o CAC sacou um revólver e disparou para cima.

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Veja imagens do local do ocorrido:

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2 imagens
Atirador era dono do estabelecimento comercial
Suspeito tem registro de caçador, atirador e colecionador (CAC)
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Suspeito tem registro de caçador, atirador e colecionador (CAC)

Atirador era dono do estabelecimento comercial
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Atirador era dono do estabelecimento comercial

Reprodução

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O empregado conseguiu tomar a arma da mão do atirador e correu para fora da gráfica. Na sequência, o empresário buscou uma carabina e disparou contra a própria cabeça.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu a ocorrência e levou o CAC para o HRC. A vítima da tentativa de feminicídio passa bem.

Crimes anteriores

A coluna Na Mira constatou que o CAC havia sido alvo de inquérito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), após ser preso por porte ilegal de arma de fogo. Ele também costumava dar tiros para o alto na rua onde mora, para amedrontar quem passava pela região.

O funcionário que tomou a arma do empresário já presenciou o dono da gráfica disparar com outras armas na rua. A reportagem apurou que o atirador tinha hábito de combinar a ingestão de remédios controlados e bebidas alcoólicas, o que o deixava agressivo.