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Na Mira

CAC tenta matar esposa, é impedido e abre fogo em gráfica do DF

Suspeito tem registro de caçador, atirador e colecionador (CAC). Ele foi hospitalizado em estado grave, depois de disparar contra si próprio

15/11/2022 12:02, atualizado 15/11/2022 13:59
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Reprodução
Fachada de gráfica

Agentes da 23ª Delegacia de Polícia (P Sul) investigam as circunstâncias que envolvem o surto de um homem com registro de caçador, atirador e colecionador (CAC). Ele tentou estrangular e matar a companheira; depois, incendiou uma gráfica; em seguida, deu um tiro na própria cabeça com uma carabina. O caso ocorreu na noite de domingo (13/11), em Ceilândia.

O suspeito tem 37 anos e está internado no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), com quadro clínico considerado grave. A coluna Na Mira apurou que a confusão começou por volta das 20h30, quando o CAC, que também é o dono da gráfica, discutiu com a companheira e tentou enforcá-la.

Um funcionário do estabelecimento interveio, e ambos começaram a lutar. O CAC sacou um revólver, atirou para cima, e a bala atravessou o teto da gráfica.

O empregado conseguiu tomar a arma da mão do atirador e correu para fora do imóvel. Na sequência, o empresário buscou uma carabina e disparou contra a própria cabeça. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu à ocorrência e levou o CAC, em estado grave, para o hospital.

Veja imagens do local do ocorrido:

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Atirador era dono do estabelecimento comercial
Suspeito tem registro de caçador, atirador e colecionador (CAC)
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Suspeito tem registro de caçador, atirador e colecionador (CAC)

Atirador era dono do estabelecimento comercial
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Atirador era dono do estabelecimento comercial

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Crimes anteriores

A coluna Na Mira constatou que o CAC havia sido alvo de inquérito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), após ser preso por porte ilegal de arma de fogo. Ele também costumava dar tiros para o alto na rua onde mora, para amedrontar quem passava pela região.

O funcionário que tomou a arma do empresário já presenciou o dono da gráfica disparar com outras armas na rua. A reportagem apurou que o atirador tinha hábito de combinar a ingestão de remédios controlados e bebidas alcoólicas, o que o deixava agressivo.