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Na Mira

Maracutaia: "Sheik dos Bitcoins" volta a ser preso após novo golpe

Ele utilizava conta bancária de um ex-funcionário para ocultar gastos. O investigado, réu na Operação Poyais, violou medidas cautelares

09/08/2024 07:24, atualizado 09/08/2024 10:14
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Reprodução
Francisley Valdevino da Silva

O empresário Francisley Valdevino da Silva, conhecido como “Sheik dos Bitcoins” (foto em destaque) voltou a ser preso pela Polícia Federal (PF) na manhã desta sexta-feira (9/8). Ele é suspeito de cometer fraudes milionárias no mercado de criptoativos.

A ação, batizada de Operação Maracutaia, é um desdobramento da Operação Poyais de 2022, focada em crimes contra a economia popular e o sistema financeiro nacional, estelionato e lavagem transnacional de dinheiro no mercado de criptomoedas.

Cerca de 30 policiais cumprem um mandado de prisão preventiva e nove de busca e apreensão em Curitiba e São José dos Pinhais, além de bloquear valores dos investigados.

A investigação começou com denúncias de vítimas do esquema, apontando que o líder, que já foi preso e responde a processo em liberdade desde junho de 2023, continuava suas atividades fraudulentas.

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Nesta sexta-feira (9/8), a Polícia Federal deflagrou a Operação Maracutaia
Cerca de 30 policiais cumprem um mandado de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão
A ação ocorreu em Curitiba e São José dos Pinhais
Francisley Valdevino da Silva
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Cerca de 30 policiais cumprem um mandado de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão
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Cerca de 30 policiais cumprem um mandado de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão

A ação ocorreu em Curitiba e São José dos Pinhais
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A ação ocorreu em Curitiba e São José dos Pinhais

Francisley Valdevino da Silva
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Francisley Valdevino da Silva

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“Verificou-se que ele utilizava conta bancária de um ex-funcionário para ocultar gastos em Curitiba. O investigado, réu na Operação Poyais, violou medidas cautelares, retomando operações ilegais e envolvendo ex-colaboradores”, informou a PF.

A operação visa cessar essas atividades e aprofundar a apuração da responsabilidade criminal de outros envolvidos. A escolha do nome “Maracutaia” faz referência aos artifícios fraudulentos empregados pela organização.