Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

Homem que matou mulher transmitiu execução em videochamada com a irmã

Na gravação da videochamada, é possível ver que a mulher implorava pela vida, apelo que não foi atendido. Caso ocorreu em Santa Catarina

Larice de Paula19/02/2026 06:58, atualizado 19/02/2026 16:14
Compartilhar notícia
Reprodução / Redes sociais
Homem que matou a ex ligou para a irmã por vídeo e gravou a execução

Antes de matar a tiros a ex-mulher, Pricila Dolla, de 37 anos (foto em destaque), o homem identificado apenas como Gustavo, de 28 anos, fez uma videochamada para a própria irmã. Ele gravou a execução de Pricila, que lutou e implorou pela vida até o último minuto. A todo tempo, ela dizia: “Não me mata, eu tenho filhos”, mas o apelo não foi atendido.

O corpo da vítima foi encontrado caído no chão da casa dela, em Rio Negrinho (SC), na noite de segunda-feira (16/2), com marcas de tiro.

“Olha aqui pra mim”

Na gravação da videochamada, divulgado pelo portal Jornal Razão, é possível ver Pricila tentando acalmar o ex. Ela diz: “Por favor”, “olha aqui pra mim”, “respira”, e faz apelos emocionais para que ele não fizesse nada. Em alguns momentos, ela diz ao homem que ele é especial e abençoado por Deus. 

Os conhecidos relataram que o homem não aceitava o fim do relacionamento.

Imagens:

Homem que matou mulher transmitiu execução em videochamada com a irmã - destaque galeria
3 imagens
Priscila Dolla
Local do crime
Mulher morta pelo ex
1 de 3

Mulher morta pelo ex

Reprodução / Redes sociais
Priscila Dolla
2 de 3

Priscila Dolla

Reprodução / Redes sociais
Local do crime
3 de 3

Local do crime

Reprodução / CBMSC

Investigação

A Polícia Militar de Santa Catarina foi acionada por amigos da vítima por volta das 20h. O suspeito foi encontrado ferido. Socorrido, ele foi levado ao hospital da região. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde dele.

A arma usada no crime foi apreendida. O caso foi registrado como feminicídio seguido de tentativa de suicídio e deve ser investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC)

O Metrópoles entrou em contato com a PCSC e aguarda retorno.