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Tiroteio no DF: Marola, faccionado do PCC, abre fogo contra PM e morre
De acordo com a Polícia Militar, Marola era considerado de alta periculosidade e havia sido condenado a 26 anos e 8 meses de prisão
atualizado
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Um faccionado do Primeiro Comando da Capital (PCC) morreu após trocar tiros com policiais militares da Tropa de Patrulhamento do Batalhão de Choque (Patamo), nessa segunda-feira (16/2), em Brazlândia (DF).
Cleiton Moreira dos Santos, de 27 anos, conhecido como Marola (foto em destaque), estava com um mandado de prisão em aberto após fugir da unidade prisional onde cumpria pena.
Imagens:
A coluna Na Mira conseguiu uma imagem de uma reunião de batismo realizada com outros integrantes do PCC para organizarem a execução de um membro do Comando Vermelho (CV), facção criminosa rival.
Marola havia sido condenado a 26 anos e 8 meses de reclusão e estava no regime semiaberto. De acordo com a Polícia Militar, ele era considerado de alta periculosidade.
Durante o cumprimento do mandado de prisão, os policiais teriam sido recebidos a tiros. Houve confronto, e o suspeito foi baleado. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Após a ocorrência, os militares apreenderam a arma de fogo usada no ataque e recuperaram uma motocicleta com registro de roubo.
O caso vai ficar a cargo da Polícia Civil do Distrito Federal.
Em nota, a Patamo informou que a ação “evidencia o rigoroso e contínuo treinamento da unidade, que envolve capacitação tática especializada, simulações de cenários críticos e aperfeiçoamento constante para atuação em situações de alta complexidade”.
“Especializada no enfrentamento à criminalidade violenta e no cumprimento de mandados contra indivíduos de alta periculosidade, a Companhia demonstra disciplina, precisão e controle operacional, contribuindo de forma decisiva para a segurança da população do Distrito Federal”, acrescentou.






