Dona de loja é aterrorizada com ameaças e envio de fotos pornográficas
Ameaças e envio de fotos íntimas pelo WhatsApp assustaram comerciante que trabalha sozinha em loja no Entorno do DF. Polícia Civil investiga

Um canal de atendimento comercial virou instrumento de terror para uma empresária de Valparaíso (GO), no Entorno do Distrito Federal, nesta sexta-feira (7/8). Em pleno expediente, a comerciante viveu momentos de pânico ao ser surpreendida por uma agressiva escalada de importunação sexual e ameaças explícitas enviadas pelo WhatsApp, no próprio celular corporativo que utilizava para trabalhar. A Polícia Civil de Goiás (PCGO) investiga o caso.
No meio do expediente comercial, o telefone que a vítima utiliza exclusivamente para negociar com clientes começou a receber uma enxurrada de chamadas de áudio e vídeo insistentes. Diante da insistência e ocupada com os afazeres da loja, a comerciante respondeu rapidamente informando que não poderia atender às ligações naquele momento. A resposta profissional, contudo, desencadeou uma reação criminosa e agressiva.

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Ver todasO suspeito enviou um áudio em formato de visualização única, destilando hostilidade: “Não quer vender, não? Então vai tomar no cu”. A violência psicológica, no entanto, não parou nas ofensas verbais. Logo em seguida, o indivíduo enviou fotografias explícitas de seu pênis diretamente para o número comercial da vítima, transformando o espaço de trabalho em um ambiente de intimidação e medo.
Aterrorizada
Sozinha no estabelecimento, a empresária viu-se completamente vulnerável diante do anonimato do agressor. “Tenho muito medo, pois trabalho sozinha na loja e não faço a menor ideia de quem é essa pessoa”, relatou a vítima, cuja rotina profissional foi abruptamente marcada pela angústia e pela desconfiança a cada nova notificação no celular.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesAterrorizada com a gravidade da situação, a mulher reuniu todas as evidências digitais — incluindo o histórico de chamadas, os prints das mensagens e o material enviado — e formalizou um boletim de ocorrência na delegacia de Valparaíso.
O caso já está sob investigação, e os agentes agora trabalham para rastrear a linha telefônica utilizada, identificar o autor das investidas criminosas e garantir que o responsável responda judicialmente pelos crimes de importunação sexual e ameaça.




