Na Mira

Assassino confessa crime brutal de mulher e diz que “picaria ela toda”

Ao explicar por que a vítima foi encontrada nua, o assassino disse que retirou as roupas porque pensava em “picar o corpo dela todo”

atualizado

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Arquivo NSC
Imagem colorida mostra luz deixada por iluminação de carro de polícia suspeito - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra luz deixada por iluminação de carro de polícia suspeito - Metrópoles - Foto: Arquivo NSC

Um crime marcado pela crueldade chocou Uberaba, no Triângulo Mineiro (MG). Um homem, que não teve a idade divulgada pela polícia, confessou ter assassinado uma mulher desaparecida desde a última exta-feira (3/10). O corpo da vítima foi encontrado nu em um carrinho de mão, coberto por um colchão, em plena via pública.

A perícia foi acionada devido ao estado de nudez do corpo. Em avaliação preliminar, o perito constatou lesão típica de esganadura e possível presença de material biológico nas partes íntimas da vítima, levantando suspeitas de violência sexual — algo que ainda depende de exames complementares.

Segundo testemunhas, a mulher foi vista pela última vez ao lado do suspeito, o que levou a Polícia Militar até a casa dele, no bairro Boa Vista. Na delegacia, o homem confessou o assassinato e revelou detalhes perturbadores.

Ele contou que passou a noite da última sexta-feira (3) consumindo crack com a vítima. Já na madrugada de sábado (4/10), após a droga acabar, ele entregou R$ 100 para que ela comprasse mais, mas se irritou quando a mulher pediu mais dinheiro e foi cobrada por uma dívida de R$ 3.500 referente a um celular. Diante da hesitação da vítima ao responder, ele a enforcou e arrastou até um quarto dos fundos, onde a matou por sufocamento.

Ao explicar por que a vítima foi encontrada nua, o assassino fez uma confissão macabra: disse que retirou as roupas porque pensava em “picar o corpo dela todo”. Apesar da declaração, ele alegou ter desistido da ideia e decidiu abandonar o cadáver em um carrinho de mão, encoberto por um colchão. O homem nega ter abusado sexualmente da vítima.

A Polícia Civil investiga o caso, que agora ganha contornos ainda mais cruéis diante da frieza e brutalidade da confissão.

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