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Distrito Federal

Morre idosa que esperou nove dias por vaga em UTI no DF

Nair Villa Verde Garcia, 85 anos, aguardou nove dias pelo cumprimento de decisão judicial que garantia transferência dela para leito de UTI

13/06/2023 11:19, atualizado 13/06/2023 15:33
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Reprodução/Material cedido ao Metrópoles
Morre idosa que esperou nove dias por vaga em UTI no DF

Internada desde a última quarta-feira (7/6), no Hospital São Mateus, no Cruzeiro, Nair Villa Verde Garcia, 85 anos, não resistiu ao quadro de saúde e morreu. Durante nove dias, a paciente aguardou o cumprimento de uma decisão judicial, para conseguir transferência para um leito em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Nair aguardava em um box na Emergência do Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá, após contrair uma bactéria hospitalar. E, devido ao diagnóstico, a paciente precisava de cuidados especiais com os rins. Na tarde da última sexta-feira (9/6), ela não resistiu. No último domingo (11/6), ela foi sepultada em Goiânia (GO).

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Ela aguardou por nove dias transferência para leito de UTI
Paciente precisava de cuidados em leitos intensivos e não resistiu
Inicialmente, paciente Nair Villa Verde Garcia, 85 anos, foi hospitalizada para tratar ferida na perna
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Inicialmente, paciente Nair Villa Verde Garcia, 85 anos, foi hospitalizada para tratar ferida na perna

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Ela aguardou por nove dias transferência para leito de UTI
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Ela aguardou por nove dias transferência para leito de UTI

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Paciente precisava de cuidados em leitos intensivos e não resistiu
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Paciente precisava de cuidados em leitos intensivos e não resistiu

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“Quando conseguimos a vaga, ela já estava mesmo em estado terminal. A gente estava na expectativa de sair da internação para melhorar o quadro dela, porque a infecção estava dando sinais de redução, mas o rim e o coração pioraram bastante. principalmente o rim”, lamentou Ednalva Fernandes Costa de Morais, 66, sobrinha de Nair.

Inicialmente, a paciente deu entrada na unidade hospitalar do Paranoá para tratar uma úlcera no tornozelo, no início de maio. Porém, o quadro de saúde se agravou.

“Se a vaga tivesse sido concedida há 14 dias, quando ela começou a ter sintomas de gravidade, talvez tivesse sobrevivido. O fato de não terem disponibilizado uma UTI com profissionais mais experientes por mais tempo acabou contribuindo para o ótimo”, avaliou a familiar.