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Distrito Federal

Líder do 300 do Brasil, Sara Winter pode deixar presídio com tornozeleira

Caso será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal

, Repórter de Distrito Federal24/06/2020 13:35, atualizado 24/06/2020 15:31
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Igo Estrela/Metrópoles
Quem é Sara Winter, líder do 300 do Brasil presa pela PF

Presa há 10 dias no Presídio Feminino do Distrito Federal (PFDF), a líder do grupo extremista 300 do Brasil, Sara Fernanda Giromini, mais conhecida como Sara Winter, poderá deixar a unidade prisional com uma tornozeleira eletrônica. O caso está sob análise do Poder Judiciário, que irá decidir, na tarde desta quarta-feira (24/06), se a bolsonarista irá usar o dispositivo enquanto estiver em liberdade.

Líder do 300 do Brasil, Sara Winter pode deixar presídio com tornozeleira - destaque galeria
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Sara Winter e o grupo 300 do Brasil na frente da Polícia Federal
Sara Winter foi presa na manhã dessa segunda-feira (15/06)
Líder do movimento 300 do Brasil é alvo de inquérito no STF contra fake news
Sara Winter em frente à manifestação de apoiadores do presidente da República, Bolsonaro, no estacionamento do TSE, durante julgamento de ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro e Mourão
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Sara Winter em frente à manifestação de apoiadores do presidente da República, Bolsonaro, no estacionamento do TSE, durante julgamento de ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro e Mourão

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Sara Winter e o grupo 300 do Brasil na frente da Polícia Federal
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Sara Winter e o grupo 300 do Brasil na frente da Polícia Federal

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Sara Winter foi presa na manhã dessa segunda-feira (15/06)
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Sara Winter foi presa na manhã dessa segunda-feira (15/06)

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Líder do movimento 300 do Brasil é alvo de inquérito no STF contra fake news
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Líder do movimento 300 do Brasil é alvo de inquérito no STF contra fake news

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é o responsável pela análise do caso. A ativista foi detida em desdobramentos da Operação Lumus, que investiga atos antidemocráticos e ameaças contra ministros do STF.

O ato foi assinado pelo ministro Alexandre de Moraes. Sara é investigada pelo Ministério Público por ameaçar Moraes nas redes sociais. Ela disse que transformaria a vida do ministro em um “inferno” após ter sido incluída no inquérito das fake news.

Em oitiva, a bolsonarista ficou calada ao ser questionada sobre o motivo das ameaças e negou participação no ato que envolveu a queima de fogos em direção ao prédio do STF.

O Metrópoles apurou que, além de Sara, a outra integrante do grupo também presa na Colmeia, Érica Viana, poderá deixar a prisão com o dispositivo de localização preso ao tornozelo. Outros cinco integrantes do 300 do Brasil têm o caso sobre o uso das tornozeleiras sob análise no STF.

Nessa segunda-feira (23/06), a Vara de Execuções Penais (VEP) negou pedido de Érica Viana para receber visitas de advogados. A juíza Leila Cury considerou que ela está de quarentena e o caso só pode ser movimentado no sistema quando o período acabar. Por isso, foi indeferido.

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