Jovens acendem rojão dentro de lanchonete e criança fica ferida no DF. Veja vídeo
Criança de 7 anos de idade teve que ser encaminhada para uma unidade hospitalar e atendida após sofrer lesões

Uma criança de 7 anos ficou ferida após três jovens soltarem rojão dentro de uma unidade do Giraffas, na QNN 1, em Ceilândia Norte (DF).
Confira:
A ação do trio, formado por um jovem maior de 18 anos e dois menores, causou desespero em quem almoçava na lanchonete por volta das 14h30 deste domingo (14/6).
O vídeo mostra que um deles acende um explosivo e o artefato acaba voando por todo o estabelecimento, causando gritaria entre os clientes e acertando a criança que almoçava na mesa ao lado.
A mãe da criança de 7 anos que foi ferida, Bárbara Beatriz, contou como foi o momento.
“Estávamos no restaurante almoçando quando dois adolescentes e um adulto que estavam na mesa ao lado estouraram um rojão dentro do Giraffas. Eles não pensaram nem na criança que estava do lado deles”, desabafou a mãe.
Bárbara relatou que a jovem teve que ser encaminhada para uma unidade hospitalar e atendida após sofrer lesões. “Está com lesão na perna e virilha, dor na cabeça e ouvido. Ela passou mais de horas tremendo”, contou a mãe.
Em virtude das lesões causadas, Bárbara resolveu registrar boletim de ocorrência e o caso foi registrado como lesão corporal culposa na 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro).
Em vídeo gravado pela mãe, a criança chegou a descrever que ainda segue sentindo dores. “Estou muito triste com o que aconteceu e minha perna está doendo muito”, relatou a criança atingida pelo rojão.
O próprio administrador da unidade do Giraffas cedeu as imagens das câmeras de segurança para a mãe da vítima registrar a ocorrência.
Os parentes da criança tiveram que ser contidos após se revoltarem com os jovens que se mantiveram no local após a explosão. Os dois menores foram levados pela Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) e o maior foi conduzido para a 15ª DP.
A criança deve realizar o exame de corpo de delito nesta segunda-feira (15/6) e o caso segue sendo investigado pela Polícia Civil do DF (PCDF).

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