Investigação de ataque orquestrado a ônibus fica com DP especializada

As investigações estavam com as delegacias das regiões onde ocorreram os ataques, mas acabou sendo centralizada

atualizado

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ataque onibus urbi 8
1 de 1 ataque onibus urbi 8 - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

A investigação sobre os ataques simultâneos contra 57 ônibus da empresa Urbi, ocorridos em 15 de janeiro, nas regiões de Taguatinga, Recantos das Emas, Ceilândia e Samambaia (DF), foram centralizadas.

O Metrópoles apurou que as diligências estão a cargo da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais da Polícia Civil do Distrito Federal (Corpatri/PCDF).

Inicialmente, as investigações estavam com as delegacias das regiões administrativas onde ocorreram os ataques, mas havia a possibilidade de transferência, o que acabou se confirmando.

Até o momento, nenhuma prisão de suspeitos foi confirmada.

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Ao menos 57 ônibus foram atacados
Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana
Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos
Ataque orquestrado foi feito em várias regiões do DF, como Ceilândia, Taguatinga e Recanto das Emas
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Ao menos 57 ônibus foram atacados
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Ao menos 57 ônibus foram atacados

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Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana
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Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana

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Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos
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Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos

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Identificados

No dia seguinte aos ataques, o secretário Zeno Gonçalves garantiu que alguns dos autores dos ataques já foram identificados pelas câmeras de segurança.

“Temos as imagens das câmeras dos veículos e os dados de GPS, com a localização exata de quando ocorreram os ataques. Já identificamos alguns desses criminosos e, com essas informações e o monitoramento de algumas postagens em redes sociais, conseguiremos identificar e prender todos eles”, reforçou.


Entenda

  • Ao menos 57 ônibus da empresa Urbi Mobilidade Urbana foram atacados na noite do dia 15 de janeiro;
  • O ataque orquestrado aconteceu em diferentes regiões do Distrito Federal, como Taguatinga, Recantos das Emas, Ceilândia e Samambaia;
  • Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos foram atacados com pedras, bolinhas de gude e outros objetos;
  • Sete pessoas, entre passageiros e profissionais, tiveram ferimentos leves com os ataques;
  • A empresa diz que não houve demissão em massa e apenas três funcionários foram desligados;
  • Até o momento, ninguém foi preso. A PCDF investiga o caso.

Zeno acredita que os ataques podem ter sido motivados por demissões de funcionários da Urbi e também por brigas dentro do sindicato dos rodoviários.

A hipótese do secretário é uma das linhas de investigação PCDF. O sindicato dos rodoviários, no entanto, nega que haja relação e, em nota, repudiou os ataques.

Todos os ônibus atingidos voltaram a rodar e não houve impacto no itinerário dos ônibus no dia seguinte aos ataques, segundo a Urbi.

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