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Distrito Federal

Grupo especializado em furto de caixa eletrônico é preso pela PCDF

O líder da quadrilha foi preso em 2019 durante uma outra operação da Polícia Civil do Distrito Federal

Mirelle Pinheiro09/12/2020 08:35, atualizado 09/12/2020 10:17
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PCDF
Grupo especializado em furto de caixa eletrônico é preso pela PCDF

Policiais da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) prenderam, na manhã desta quarta-feira (9/12), seis suspeitos de integrar um grupo criminoso especializado em furto de caixas eletrônicos. No total, foram expedidos seis mandados de prisão e três de busca e apreensão em Santa Maria, Gama, Ceilândia e Águas Lindas (GO).

O líder da quadrilha foi preso em 2019 em outra operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Os investigadores da Divisão de Repressão a Latrocínio, Furto e Roubo de Cargas (DRLC), unidade ligada à Corpatri, descobriram, entretanto, que os criminosos remanescentes passaram a se articular novamente.

“As investigações revelaram que eles estavam se organizando para praticar furtos a caixas eletrônicos. O líder foi preso no ano passado, também em atividades para atos preparatórios para furtar caixas eletrônicos. Eles são conhecidos no Sul do país. Os criminosos que estavam soltos passaram a comprar material, com o objetivo de seguir cometendo os crimes”, explicou o coordenador da Corpatri, delegado André Leite.

Roubo de veículos
Os integrantes são suspeitos de formar associação criminosa para roubar veículos, adulterar sinal identificador e por receptação.
A PCDF detalha que, após roubar os carros, o bando modificava os sinais identificadores, os revendiam à receptadores no Estado de Goiás. O depósito dos carros roubados ficava na cidade de Águas Lindas (GO).

Segundo o diretor da DRLC, delegado Elianto Couto, o grupo era extremamente violento com as vítimas, com alguns integrantes possuindo passagens por homicídio. A mulher de um dos membros era a responsável por conseguir a numeração das placas dos veículos para posterior clonagem. O investigado, responsável pela adulteração, já é conhecido da policia e foi preso, em fevereiro deste ano, pela Corpatri.

As prisões são desdobramentos da Operação Monetae, deflagrada em julho do ano passado. A ação investigava grupo criminoso especializado no furto de caixas eletrônicos no DF e entorno.

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