Greve na Argentina cancela voo no Aeroporto de Brasília

Devido a greve organizada no país nesta quinta (19/2), o único voo diário da capital do Brasil para Buenos Aires foi cancelado

atualizado

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Avião; conflito Oriente Médio - Metrópoles
1 de 1 Avião; conflito Oriente Médio - Metrópoles - Foto: Michael Melo/Metrópoles

A greve geral na Argentina contra a reforma trabalhista desta quinta-feira (19/2), impactou o deslocamento dos brasilienses que tinham a capital do país como destino.

“O voo da GOL para Buenos Aires de hoje cedo foi cancelado”, informou a Inframerica em nota ao Metrópoles.

No Aeroporto Internacional de Brasília há somente um voo diário para a Argentina, operado pela companhia aérea Gol. A decolagem, prevista para 9h05 não ocorreu.

Até o momento, o próximo voo para Buenos Aires marcado para esta sexta-feira (20/2), consta como “programado”, de acordo com o painel de monitoramento da Inframerica.

Em nota, a GOL informou que a greve impossibilita todas operações aeroportuárias nas cidades de Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Rosário nesta quinta-feira (19/02), alguns voos de/para a Argentina que estavam programados para esta data foram cancelados.

A operadora também informou que os clientes impactados estão recebendo avisos por email e poderão remarcar os voos sem custo ou pedir o reembolso. A GOL disponibilizou o telefone 0300 115 2121 para atender os clientes.

Entenda a greve

Centrais sindicais e organizações populares convocaram uma nova paralisação nacional em protesto contra a reforma trabalhista proposta pelo governo e em discussão no Congresso.

Sistemas de ônibus, metrô e trens de diversas cidades aderiram ao chamado, com maior impacto esperado em Buenos Aires, onde a pressão política sobre deputados tende a ser mais intensa às vésperas da votação do projeto na Câmara.

Greves e mobilizações tornaram-se recorrentes na Argentina desde a posse do presidente Javier Milei, em dezembro de 2023.

Esta é a quarta paralisação convocada pela CGT desde o início do atual governo. As entidades afirmam que a estratégia será escalonar os protestos caso a reforma avance, começando com uma greve de 24 horas e podendo evoluir para paralisações mais longas, inclusive por tempo indeterminado.

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