*
 

A servidora pública Leila Republicano, 46 anos, trabalha a poucos metros do local do desabamento no Eixão Sul. Ela ouviu o barulho do viaduto despencando por volta das 11h48 desta terça-feira (6/2). “Foi um estrondo enorme”, diz.

Leila estava em uma das salas do prédio do Banco de Brasília (BRB) quando tudo ocorreu. O carro dela não fica estacionado na região. A servidora aluga uma vaga em garagem próxima à Galeria dos Estados. “Tenho muitos colegas que param o veículo ali. É uma pista que a gente passa todo dia por cima. É uma sensação muito complicada”, pontua.

Confira o relato de Leila Republicano:

“Na hora do episódio, a gente estava em reunião numa sala que fica de frente para a Galeria dos Estados. O barulho foi tão grande, que todo mundo parou a reunião e foi para a janela ver o que tinha acontecido.

Todo mundo achou que era um acidente com um caminhão, mas, no momento, percebemos que o piso superior da plataforma tinha cedido. Logo depois, a gente voltou a se sentar e, em seguida, começamos ouvir o barulho dos helicópteros. Só então entendemos o que tinha acontecido.”