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Entorno e Goiás

Suspeito é preso por vender tarja preta e anabolizantes pelo WhatsApp

Investigado vendia produtos sem prescrição médica em Luziânia (GO), segundo a Polícia Civil, que apreendeu remédios e R$ 58 mil em espécie

24/10/2024 13:04, atualizado 24/10/2024 13:29
PCGO/Reprodução
Medicamentos - Metrópoles

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou a Operação Antídoto, nessa quarta-feira (23/10), para desarticular um esquema de venda ilegal de anabolizantes e medicamentos de uso controlado por meio do WhatsApp, no Entorno do Distrito Federal.

Equipes dos grupos de Repressão a Narcóticos (Genarc) e Repressão a Crimes Patrimoniais (Gepatri) de Luziânia (GO) cumpriram mandados de prisão temporária, bem como de busca e apreensão contra o suspeito de comandar o esquema.

O ponto de partida para as investigações foram denúncias anônimas recebidas pela PCGO sobre a venda dos produtos por meio do WhatsApp de uma farmácia e sem a devida receita médica.

Entre os itens vendidos sem prescrição havia remédios como Diazepam e Ritalina, ambos de tarja preta. Os policiais também apreenderam R$ 58 mil em espécie e milhares de caixas de medicamentos controlados, inclusive anabolizantes.

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Além disso, os produtos ficavam armazenados em local inadequado – como ao lado de um vaso sanitário, no banheiro de um depósito próximo a farmácia –, o que pode comprometer a eficácia dos fármacos, segundo a Vigilância Sanitária.

O investigado foi levado para o sistema prisional de Luziânia e aguarda passar por audiência de custódia.