PCGO prende 10 pessoas e bloqueia R$ 103 milhões de facção do tráfico

As investigações demonstraram que o grupo movimentou, ao menos, R$ 205 milhões entre junho de 2024 e janeiro de 2026

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1 de 1 whatsapp-image-2026-05-13-at-103322 - Foto: Divulgação/PCGO

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu nesta quarta-feira (13/5) 10 pessoas e bloqueou R$ 103 milhões de organizações criminosas que atuavam em Caldas Novas (GO) e também em Goiânia (GO).

A ação é mais uma fase da Operação “Destroyer”, da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (DENARC), que combate organizações criminosas.

As investigações demonstraram que o grupo movimentou, ao menos, R$ 205 milhões entre junho de 2024 e janeiro de 2026, advindos dos lucros com o crime de tráfico de drogas exercido pela facção criminosa.

A prisão de um casal de traficantes de drogas em Goiânia em janeiro de 2026 foi o estopim para a PCGO descobrir o esquema.

Segundo as investigações, ficou comprovado que os valores angariados com o tráfico de drogas exercido pelo casal eram destinados a uma suposta empresa na cidade de Caldas Novas, denominada Chão e Teto.

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As investigações demonstraram que o grupo movimentou, ao menos, R$ 205 milhões entre junho de 2024 e janeiro de 2026
O aprofundamento das investigações demonstrou que tal empresa não existia de fato, sendo meramente de fachada
A prisão de um casal de traficantes de drogas em Goiânia em janeiro de 2026 foi o estopim para a PCGO descobrir o esquema
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu nesta quarta-feira (13/5) 10 pessoas e bloqueou R$ 103 milhões de organizações criminosas
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A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu nesta quarta-feira (13/5) 10 pessoas e bloqueou R$ 103 milhões de organizações criminosas

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As investigações demonstraram que o grupo movimentou, ao menos, R$ 205 milhões entre junho de 2024 e janeiro de 2026
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As investigações demonstraram que o grupo movimentou, ao menos, R$ 205 milhões entre junho de 2024 e janeiro de 2026

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O aprofundamento das investigações demonstrou que tal empresa não existia de fato, sendo meramente de fachada
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O aprofundamento das investigações demonstrou que tal empresa não existia de fato, sendo meramente de fachada

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A prisão de um casal de traficantes de drogas em Goiânia em janeiro de 2026 foi o estopim para a PCGO descobrir o esquema
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A prisão de um casal de traficantes de drogas em Goiânia em janeiro de 2026 foi o estopim para a PCGO descobrir o esquema

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O aprofundamento das investigações demonstrou que tal empresa não existia de fato, sendo meramente de fachada.

O estabelecimento tinha como dono um integrante de organização criminosa de alcance nacional, já condenado pelo crime de organização criminosa, tratando-se de Evaldo Batista dos Santos Lima Júnior, residente na cidade de Caldas Novas. A companheira do homem, Tauane Cruvinel dos Santos, também foi presa por participação no esquema.

Na sequência das investigações, foram identificados os demais membros do núcleo financeiro do grupo criminoso e outras quatro empresas sediadas em Goiânia integrantes do esquema de lavagem de dinheiro. Os nomes das empresas ainda não foram divulgados pela PCGO.

Na última fase da Operação Destroyer em abril, a PCGO cumpriu 61 mandados de prisão temporária nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Goiás e sequestrou R$ 10,5 milhões.

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