MPGO implode esquema de recrutamento do PCC no Entorno do DF

Segundo as investigações, a facção criminosa montou uma tática para recrutar novos membros nos arredores do Distrito Federal

atualizado

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Operação Rasante - Metrópoles
1 de 1 Operação Rasante - Metrópoles - Foto: Divulgação / MPGO

O Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) deflagrou a Operação Rasante para conter a ameaça do avanço da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) em Goiás e no Entorno do Distrito Federal (DF), na quarta-feira (28/1). A organização criminosa montou uma tática para recrutar membros na região.

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara das Garantias. A operação foi o desdobramento de atuações anteriores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e de parceiros.

Também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão relacionados à Operação Vigília, deflagrada em 22 de outubro de 2025, e que resultou no oferecimento de seis denúncias após a identificação de que outros 11 indivíduos também integraram o grupo criminoso.

A Diretoria-Geral de Polícia Penal de Goiás (DGPP), da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) e da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF) apoiaram a operação.

Segundo o MPGO, informações colhidas nas operações Sintonia, Sintonia do Entorno e Vigília, apontaram indícios de ingresso e adesão de indivíduos à facção criminosa. Com o aprofundamento das investigações, foi possível identificar parte dos suspeitos.

De acordo com as investigações, a organização criminosa utilizava comunicações internas denominadas “rasantes”, pelas quais seriam transmitidas orientações e recados relacionados à atuação do grupo no Estado, inclusive com determinações voltadas ao recrutamento e ao ingresso de jovens e adolescentes.

A maioria dos alvos da ação atua, principalmente, na região do Entorno do DF e, conforme os elementos colhidos, teriam ingressado no PCC enquanto estavam reclusos em unidades prisionais, com destaque para o município de Águas Lindas de Goiás (GO).

Passagens criminais

Entre os investigados há condenados por crimes graves, como homicídio, latrocínio, tráfico de drogas e corrupção de menores, entre outros.

Diante dos indícios, O MPGO apura, inicialmente, a prática do delito de integração a organização criminosa, previsto no art. 2º da Lei nº 12.850/2013.

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