Rachas e manobras perigosas com motos em Pirenópolis viram alvo da PM. Veja vídeo
As manobras perigosas com motocicletas tomaram as ruas de Pirenópolis, Abadiânia e Corumbá de Goiás, colocando vidas em risco
atualizado
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Rachas e manobras perigosas com motos tomaram as ruas dos municípios de Abadiânia (GO), Corumbá de Goiás (GO) e Pirenópolis (GO), cidade turística localizada a 150 quilômetros do Distrito Federal (DF). Sem preocupação com outros veículos e pedestres, os condutores ultrapassam a velocidade de segurança das vias.
Veja:
Para conter a manobras ilegais e evitar acidentes, principalmente com inocentes, a Polícia Militar de Goiás (PMGO) deflagrou uma operação nas três cidades para frear os veículos e prender os infratores, na terça-feira (27/1). Na mesma data, na saída para o Morro do Frota, em Pirenópolis, dois suspeitos foram presos em flagrante e uma moto foi apreendida.
O 37º Batalhão da Polícia Militar (37º BPM) intensificou as ações de fiscalização de trânsito com o objetivo de coibir práticas criminosas, especialmente aquelas previstas nos artigos 308 e 309 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), relacionadas à realização de manobras perigosas e à condução de veículo automotor sem habilitação.
“As operações visam preservar vidas, reforçar a segurança viária e promover a ordem pública, por meio de abordagens, fiscalização documental e atuação preventiva junto aos condutores”, afirmou o tenente-coronel Castro, comandante do 37º BPM.
Segundo a Polícia Militar, há registros de rachas na contramão e também perto de escolas, colocando em risco vidas de crianças. O infratores também dirigem perigosamente em áreas residências e turísticas, especilamente nas saídas do Morro dos Pirineus, na Região do Centro Histórico.
Atualmente, rachas e manobras classificados pela Lei como crimes, sujeitos à prisão em flagrante, multa, suspensão da carteira nacional de habilitação (CNH), proibição do direito de dirigir e até mesmo detenção de seis meses a três anos.
Além do trabalho de campo, o 37º BPM também intensificou o monitoramento das redes sociais para monitorar os suspeitos, porque muitos cultivam o hábito de postar as manobras ilegais na internet. O batalhão também mobilizou o serviço de inteligência para ações de reconhecimento antes de ações.
