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Distrito Federal

Desabamento no Setor Habitacional Arniqueiras deixa uma pessoa morta

O Corpo de Bombeiros está no local. Dois pedreiros trabalhavam na ampliação de uma residência, quando o telhado teria desabado nesta segunda

27/03/2017 11:25, atualizado 27/03/2017 14:47
Divulgação/CBMDF
Desabamento no Setor Habitacional Arniqueiras deixa uma pessoa morta

Um homem morreu e outro ficou ferido em um desabamento nesta segunda-feira (27/3) no Setor Habitacional Arniqueiras, na região de Águas Claras. O acidente ocorreu na Quadra 4. A dupla trabalhava de pedreiros na obra de ampliação de uma residência.

A pessoa ferida, Leonardo Luiz de Lima, 22 anos,  foi transportada com uma fratura na perna para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O Corpo de Bombeiros está no local.

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De acordo com o coronel Sérgio Bezerra, chefe da Defesa Civil, o proprietário do imóvel não tinha autorização para fazer a obra, um prolongamento da cobertura externa da residência. O telhado ficaria apoiado à laje da marquise da casa, que não aguentou a sobrecarga.

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No momento do acidente, os donos não estavam em casa. A mulher teria levado o filho ao colégio e, quando voltou, o acidente já havia ocorrido. Somente os dois pedreiros estavam trabalhando no local no momento do desabamento.

“A Defesa Civil vai interditar a parte externa da residência e exigir que o responsável contrate um técnico para apresentar o projeto de demolição da área”, informou o coronel Sérgio Bezerra

Veja o vídeo feito pelo Corpo de Bombeiros:

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do DF (Crea) também esteve no local para fiscalizar a obra. “Essa é uma área de proteção ambiental e existe uma liminar de 2008 que proíbe qualquer órgão de fiscalização de atuar na região”, disse a assessora do Crea, Letícia Almeida.

“Viemos para ver se tinha um profissional habilitado, mas como nessa região não pode ter Registro de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), o profissional não tem como se registrar e não temos controle. Nós ficamos de mãos atadas. É um alerta porque as obras não param e não podemos atuar nessas áreas”, acrescentou.