Delegacias criam força-tarefa para investigar atentados a ônibus no DF

A PCDF ressaltou que o trabalho investigativo está sendo conduzido de maneira integrada entre as delegacias onde aconteceram os ataques

atualizado

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1 de 1 ataque onibus urbi 8 - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

As delegacias da Polícia Civil do Distrito Federal se dividirão para investigar os ataques simultâneos contra 57 ônibus da empresa Urbi ocorridos na última quinta-feira (15/1) nas regiões de Taguatinga, Recantos das Emas, Ceilândia e Samambaia (DF).

Até o momento, nenhuma prisão de suspeitos identificados foi confirmada.

Inicialmente, os ataques foram investigados pela 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas), mas havia a possibilidade de transferir o caso para outra DP, já que os ataques foram simultâneos em várias regiões do DF, e os registros policiais foram feitos em várias delegacias.

“As investigações estão a cargo das respectivas delegacias responsáveis pelas áreas onde os fatos ocorreram, todas atuando de forma coordenada, com acompanhamento do Departamento de Polícia Circunscricional e apoio da inteligência da PCDF”, confirmou a PCDF.

A PCDF ressaltou que o trabalho investigativo está sendo conduzido de maneira integrada, com o objetivo de organizar e centralizar as informações, identificar a dinâmica dos crimes, apurar eventual conexão entre os fatos e responsabilizar os autores.

Durante as investigações, os agentes também mantêm contato com a Urbi para a coleta de dados e elementos que auxiliem na apuração.

A Polícia Civil do DF também destacou que todas as ocorrências estão sendo tratadas com prioridade, e que novas informações serão divulgadas oportunamente, à medida que houver avanços consistentes na investigação.

Na última sexta-feira (16/1), o secretário Zeno Gonçalves garantiu que alguns dos autores dos ataques já foram identificados pelas câmeras de segurança.

“Nós temos as imagens dos ônibus, as câmeras dos ônibus e temos também os dados de GPS com a localização exata de quando ocorreram essas ocorrências. Então o que nós vamos fazer é pegar todos esses dados, essas informações, passar para a Polícia Civil. Já identificamos alguns desses criminosos e com essas informações e o monitoramento de algumas postagens em redes sociais, nós conseguiremos identificar e prender todos esses criminosos”, reforçou.

Entenda

  • Ao menos 57 ônibus da empresa Urbi Mobilidade Urbana foram atacados na noite dessa quinta-feira (15/1);
  • O ataque orquestrado aconteceu em diferentes regiões do Distrito Federal, como Taguatinga, Recantos das Emas, Ceilândia e Samambaia;
  • Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos foram atacados com pedras, bolinhas de gude e outros objetos;
  • Sete pessoas, entre passageiros e profissionais, tiveram ferimentos leves com os ataques;
  • A empresa diz que não houve demissão em massa e apenas três funcionários foram desligados;
  • Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil do DF investiga o caso

Zeno acredita que os ataques podem ter sido motivados por demissões de funcionários da Urbi e também por brigas dentro do sindicato dos rodoviários.

A hipótese do secretário é uma das linhas de investigação da Polícia Civil do DF (PCDF). O sindicato dos rodoviários, no entanto, nega e que haja relação e, em nota, repudiou os ataques.

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Ao menos 57 ônibus foram atacados
Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana
Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos
Ataque orquestrado foi feito em várias regiões do DF, como Ceilândia, Taguatinga e Recanto das Emas
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Ataque orquestrado foi feito em várias regiões do DF, como Ceilândia, Taguatinga e Recanto das Emas

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Ao menos 57 ônibus foram atacados
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Ao menos 57 ônibus foram atacados

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Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana
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Informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido represália por causa da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana

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Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos
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Os rodoviários foram às unidades policiais fazer boletim de ocorrência depois que os veículos sofreram ataques com pedras, bolinhas de gude e outros objetos

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A Urbi, empresa que foi alvo dos ataques, informou que não houve demissões em massa. Mas esclareceu que três funcionários foram desligados na última sexta-feira (9/1).

Todos os ônibus atingidos já voltaram a funcionar, e não houve impacto no itinerário dos ônibus no dia seguinte aos ataques. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) monitora e está prestando informações sobre o caso.

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