Covid-19: Bombeiros têm mais 6 casos suspeitos na corporação

Um integrante da corporação testou positivo para a doença. No total, são cerca de 58 casos suspeitos, entre bombeiros e dependentes

atualizado 02/04/2020 7:34

O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), por meio de chamadas telefônicas, fez o monitoramento de 690 militares aposentados e da ativa nessa quarta-feira (01/04). O objetivo é verificar as condições de saúde e passar orientações. Seis relataram sintomas do coronavírus e foram orientados a permanecerem isolados em suas residências, acompanhando a evolução do quadro.

Um integrante da corporação testou positivo para o novo coronavírus. No total, são cerca de 58 casos suspeitos, entre bombeiros e dependentes. Os profissionais foram afastados. Outros 13 casos no CBMDF acabaram descartados. Ainda de acordo com a corporação, os números contabilizados incluem os assintomáticos ou com sintomas leves.

Além desta ação, equipes de bombeiros estudantes de medicina estão realizando visitas nas unidades operacionais do CBMDF para levar esclarecimento e instruções de prevenção e descontaminação aos militares que em serviço.

PMDF e PCDF
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) tem três integrantes com o novo coronavírus. Os servidores testaram positivo e foram afastados do trabalho. Um deles está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Maria Auxiliadora, no Gama, em estado crítico.

Já na Polícia Civil do Distrito Federal, menos 101 servidores estão afastados do trabalho com suspeitas de infecção pelo Covid-19. Os integrantes da PCDF têm realizado a quarentena em casa por determinação da entidade.

Um documento obtido pelo Metrópoles aponta também que uma servidora foi confirmada com a Covid-19 após exame laboratorial. Mostra ainda que outros 72 policiais conseguiram autorização para realizar o teletrabalho.

Estado leve, grave e crítico
Há a diferenciação entre infecções leves, graves e críticas. As infecções leves são aqueles casos em que o paciente não apresenta pneumonia ou uma versão mais branda, fica em isolamento domiciliar e tem acompanhamento da Secretaria de Saúde.

Já as graves indicam os internados em leitos gerais dentro de hospitais. Eles sentem falta de ar, mudança na frequência respiratória e problemas na saturação de oxigênio no sangue. Por fim, as infecções críticas são para os pacientes internados em UTIs. Eles têm insuficiência respiratória, choque séptico e possibilidade de falência múltipla dos órgãos.

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