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Distrito Federal

Câncer como o que matou Preta Gil atinge 710 brasilienses por ano

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), este é o segundo tumor mais frequente no Distrito Federal

23/07/2025 08:45, atualizado 23/07/2025 17:38
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Reprodução
Câncer como o que matou Preta Gil atinge 710 brasilienses por ano

O Distrito Federal tem 710 novos diagnósticos de câncer colorretal por ano, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Os dados são referentes ao triênio de 2023 até 2025.

Atualmente, o tumor, do mesmo tipo que matou a cantora Preta Gil, é o segundo mais frequente no DF, tanto entre homens quanto em mulheres.


Este é um tipo de câncer que se desenvolve no cólon ou no reto e têm como principais sinais de alerta:

  • Sangue nas fezes;
  • Alteração do hábito intestinal;
  • Dores abdominais persistentes;
  • Emagrecimento não intencional;
  • Anemia;
  • Cansaço;
  • Fraqueza.

E os diagnósticos de jovens da capital federal com câncer colorretal têm aumentado. Segundo estudo da American Cancer Society, a taxa de incidência entre pessoas de 20 a 39 anos cresceu cerca de 1% a 2% ao ano desde meados da década de 1990.

A doença já chamava a atenção do público desde o diagnóstico de Preta Gil, em 2023, e ligou o alerta após a morte da cantora, nesse domingo (20/7).

Prevenção

Segundo a Secretária de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), manter hábitos saudáveis é fundamental para reduzir os riscos da doença.

Além disso, a letalidade do tumor é oriundo do diagnóstico tardio. Uma vez identificado precocemente o câncer, a taxa de cura pode chegar a índices próximos de 85%.

Em caso de suspeita, a pessoa poderá se encaminhar a quaisquer Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Distrito Federal para a realização de exames e o início do cuidado.

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