Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Distrito Federal

Cadeia onde Zambelli pode ficar abriga casal de mulheres que chocou DF

Zambelli ficará na Colmeia caso volte ao Brasil. Lá se encontram Rosana Auri e Kacyla Priscyla, condenadas pela morte brutal do menino Rhuan

13/12/2025 15:44, atualizado 13/12/2025 17:29
Arte sobre imagem cedida ao Metrópoles
Cadeia onde Zambelli pode ficar abriga casal de mulheres que chocou DF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nessa sexta-feira (12/12) que o presídio onde Carla Zambelli ficará, caso volte ao Brasil, é a Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF).

Conhecida como Colmeia, a unidade é destinada à custódia de mulheres presas em regime fechado, semi-aberto e em regime provisório. Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão pela invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mas fugiu para país estrangeiro.

Veja fotos:

Cadeia onde Zambelli pode ficar abriga casal de mulheres que chocou DF - destaque galeria
5 imagens
Caso seja extraditada, Zambelli deve ficar custodiada na prisão Colmeia
Sala de aula em prisão
Caso seja extraditada, Zambelli deve ficar custodiada na prisão Colmeia
Sala de aula com detentas
Colmeia, presídio feminino do DF
1 de 5

Colmeia, presídio feminino do DF

Reprodução
Caso seja extraditada, Zambelli deve ficar custodiada na prisão Colmeia
2 de 5

Caso seja extraditada, Zambelli deve ficar custodiada na prisão Colmeia

Reprodução
Sala de aula em prisão
3 de 5

Sala de aula em prisão

Reprodução
Caso seja extraditada, Zambelli deve ficar custodiada na prisão Colmeia
4 de 5

Caso seja extraditada, Zambelli deve ficar custodiada na prisão Colmeia

Reprodução
Sala de aula com detentas
5 de 5

Sala de aula com detentas

Reprodução

A definição sobre a Colmeia está no documento para conclusão do processo de extradição que Moraes encaminhou ao Ministério da Justiça. A indicação da unidade levou em consideração o fato de Zambelli ter domicílio em Brasília.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF

De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF), atualmente 809 presas cumprem pena no local. Dentre elas estão Rosana Auri da Silva Candido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno.

As duas mulheres somam uma condenação de 129 anos de prisão pela morte do menino Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, no dia 31 de maio de 2015.

Crime bárbaro

Rosana era mãe de Rhuan e Kacyla era sua companheira. Elas esfaquearam, decapitaram e até tentaram queimar o cadáver do menino.

O crime cometido pela dupla chocou o Distrito Federal. Segundo as investigações, o assassinato teria acontecia enquanto o garoto dormia, momento em que ele teria sido esfaqueado por diversas vezes.

Já morto, as mulheres ainda o esquartejaram e tentaram queimar as partes do corpo na churrasqueira da residência.

Para se desfazerem do cadáver, elas o teriam colocado em uma mala. No entanto, ao passarem em um campo de futebol, algumas pessoas teriam desconfiado da cena e chamado a polícia.

Durante interrogatório, nenhuma delas teria demonstrado arrependimento.

Criança sofreu outras brutalidades

Presa pelo homicídio do filho, a cabeleireira confessou também à polícia ter decepado o pênis do menino um ano antes do crime.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Conforme o relato, ela e Kacyla submeteram o menino, em casa e com uso de materiais rudimentares, a uma espécie de cirurgia de mudança de sexo.

Após emascularem o pequeno, elas costuraram a região mutilada e improvisaram sua versão de um órgão genital feminino.

A mulher não detalhou como trataram o garoto de tal procedimento e suas possíveis consequências, como infecções e dores.

Perguntada sobre o motivo desse ato, Rosana afirmou que, para ela e a companheira, o menino queria se tornar uma menina.