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Distrito Federal

Bombeiros encerram 6º dia de buscas por mãe e filhas desaparecidas

Ainda não há pistas do paradeiro das duas. Bombeiros e investigadores da Polícia Civil fizeram reunião para trocar informações

Repórter de Distrito Federal14/12/2021 17:40, atualizado 14/12/2021 18:28
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CBMDF/Divulgação
bombeiros no mato e um cachorro

Foi encerrado, por volta das 16h30 desta terça-feira (14/12), o sexto dia de buscas pela dona de casa Shirlene Ferreira da Silva, 38 anos, grávida de 4 meses, e Tauane Rebeca da Silva, 14, desaparecidas desde a última quinta-feira (9/12). Ainda não há pistas do paradeiro das duas.

Antes de decretarem o fim das buscas, o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) esteve presente em uma reunião na 23ª Delegacia de Polícia (P Sul), que investiga o caso.

“Os bombeiros vão continuar com as suas equipes. Aqui [na delegacia] a gente veio mais pra entender se tinha alguma indicação que pudesse nos levar a outro lugar”, explicou o aspirante do CBMDF, Lucas Torres Nogueira.
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Shirlene Ferreira da Silva está grávida
Família pediu reforço nas buscas de desaparecidas no Sol Nascente
Buscas começaram na noite de quinta (9/12)
Um cão de buscas ajudou na tentativa de localizá-las
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Um cão de buscas ajudou na tentativa de localizá-las

CBMDF/Divulgação
Shirlene Ferreira da Silva está grávida
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Shirlene Ferreira da Silva está grávida

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Família pediu reforço nas buscas de desaparecidas no Sol Nascente
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Família pediu reforço nas buscas de desaparecidas no Sol Nascente

Rafaela Felicciano / Metrópoles
Buscas começaram na noite de quinta (9/12)
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Buscas começaram na noite de quinta (9/12)

CBMDF/Divulgação

Durante a reunião, agentes da Polícia Civil (PCDF) estiveram no local do desaparecimento em busca de imagens de segurança que pudessem indicar outro caminho percorrido por mãe e filha.

Entenda o caso

De acordo com o marido da dona de casa, o pintor Antônio Wagner Batista da Silva, 41, a última pessoa da família a ter contato com Shirlene e Tauane foi o filho caçula, Lucas, 12. A criança teria contado ao pai que a irmã insistiu com a mãe para que as duas descessem ao córrego. A família mora no local há pouco tempo e, nesse dia, Antônio estava trabalhando no Lago Norte.

A esposa teria pegado a mochila do menino, uma toalha amarela listrada, biscoitos e uma sombrinha. Depois disso, saiu para o passeio com a filha no início da tarde. Ao voltar para casa, por volta das 18h30, Antônio contou que teria encontrado o menino todo molhado e preocupado. A criança queria procurar a mãe e a irmã no córrego, mas foi surpreendida no caminho por uma chuva forte.

O marido disse que também se preocupou, porque já estava anoitecendo. Imediatamente, começou a ligar para parentes e conhecidos a fim de saber do paradeiro das duas. Na sequência, por volta das 20h, acionou o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. As buscas começaram ainda na quinta-feira, às 21h. O pintor acompanhou tudo e achou a sombrinha da esposa no local. “Os bombeiros acharam dois pés de sandálias. E um deles parecia com o da minha filha, era toda rosa”, contou Antônio.

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