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Distrito Federal

Bombeiros iniciam sexto dia de busca por mãe e filha desaparecidas

As buscas foram retomadas na região do desaparecimento, no Setor Habitacional Sol Nascente, Ceilândia

Repórter de Distrito Federal14/12/2021 11:19, atualizado 14/12/2021 11:20
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Mãe e filha desaparecidas

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) iniciou, às 9h50 desta terça-feira (14/12), o sexto dia de buscas pela dona de casa Shirlene Ferreira da Silva, 38 anos, grávida de 4 meses, e Tauane Rebeca da Silva, 14, sua filha. Na última quinta-feira (9/12), as duas saíram de casa para tomar banho em um córrego perto de onde moram, no Sol Nascente, mas até a última atualização desta reportagem, não haviam retornado ou dado sinal de vida.

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De acordo com o CBMDF, as buscas foram retomadas na região do desaparecimento, no Setor Habitacional Sol Nascente, Ceilândia. Nessa segunda, a PCDF começou a procurar pelas duas com helicópteros da Divisão de Operações Áreas (DOA) e cães farejadores dos Bombeiros.

Bombeiros iniciam sexto dia de busca por mãe e filha desaparecidas - destaque galeria
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Shirlene Ferreira da Silva está grávida
Família pediu reforço nas buscas de desaparecidas no Sol Nascente
Buscas começaram na noite de quinta (9/12)
Um cão de buscas ajudou na tentativa de localizá-las
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Um cão de buscas ajudou na tentativa de localizá-las

CBMDF/Divulgação
Shirlene Ferreira da Silva está grávida
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Shirlene Ferreira da Silva está grávida

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Família pediu reforço nas buscas de desaparecidas no Sol Nascente
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Família pediu reforço nas buscas de desaparecidas no Sol Nascente

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Buscas começaram na noite de quinta (9/12)
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Buscas começaram na noite de quinta (9/12)

CBMDF/Divulgação

Segundo o delegado Vander Rodrigues Braga, que investiga o caso, se as duas tiverem sido vítimas de afogamento, a equipe poderá encontrá-las. “Se houve um afogamento, hoje ou amanhã seriam os dias que os corpos venham a boiar e, aí, o pessoal da equipe área consegue visualizar”, informou Vander ao Metrópoles.

Mesmo assim, a PCDF não descarta que a mulher e a filha tenham sido vítimas de crime. “Nenhuma hipótese está descartada. É o tipo de situação que a gente não pode de forma prematura tirar conclusões precipitadas”, explicou o delegado.

Entenda o caso

De acordo com o marido da dona de casa, o pintor Antônio Wagner Batista da Silva, 41, a última pessoa da família a ter contato com Shirlene e Tauene foi o filho caçula, Lucas, 12. A criança teria contado ao pai que a irmã insistiu com a mãe para que as duas descessem ao córrego. A família mora no local há pouco tempo e, neste dia, Antônio estava trabalhando no Lago Norte.

A esposa teria pego a mochila do menino, uma toalha amarela listrada, biscoitos e uma sombrinha. Depois disso, saiu para o passeio com a filha no início da tarde. Ao voltar para casa, por volta das 18h30, Antônio contou que teria encontrado com o menino todo molhado e preocupado. A criança queria procurar a mãe e a irmã no córrego, mas foi surpreendida no caminho por uma chuva forte.

O marido disse que também se preocupou, porque já estava anoitecendo. Imediatamente, começou a ligar para parentes e conhecidos a fim de saber do paradeiro das duas. Na sequência, por volta das 20h, acionou o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. As buscas começaram ainda na quinta-feira, às 21h. O pintor acompanhou tudo e achou a sombrinha da esposa no local. “Os bombeiros acharam dois pés de sandálias. E um deles parecia com o da minha filha, era toda rosa”, contou Antônio.

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