Após camisinhas em piscina, motel do DF abre apuração interna
Motel Colorado respondeu que obedece todas as regras de vigilância sanitária na higienização das dependências e na supervisão do serviço
atualizado
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Após um casal do Distrito Federal entrar com ação indenizatória por danos morais e materiais contra o Motel Colorado, em Sobradinho, por encontrarem três preservativos usados no ralo da piscina da suíte presidencial, no último sábado (14/5), o estabelecimento informou que abrirá procedimento interno sobre o episódio.
Ao Metrópoles o motel respondeu que “obedece todas as regras de vigilância sanitária na higienização de suas dependências, inclusive, na supervisão desse serviço.” O estabelecimento esclareceu, ainda, que a investigação interna será “para as providências cabíveis.”
A empresária e digital influencer Silvania Prima de Souza, 40 anos, e o marido dela, Wilson Santana Laranjeira, 50, hospedaram-se em uma das suítes presidenciais do motel.
Silvania disse que nunca se sentiu tão constrangida na vida. “Fui passar o último fim de semana na suíte presidencial do Motel Colorado com o meu esposo e, quando resolvi entrar na piscina aquecida, pisei em três preservativos usados que estavam no ralo. Saí correndo da piscina e fui tomar banho chorando”, conta.
Segundo Silvania, o casal entrou imediatamente em contato com a gerência do motel, que pediu para que eles saíssem da suíte para que a equipe da limpeza fizesse a higienização.
Após o episódio, Silvania e Wilson deixaram a suíte e, mais tarde, retornaram ao mesmo quarto. No entanto, quando voltaram, a piscina ainda estava enchendo.
“Iríamos deixar as dependências do motel somente na segunda-feira (16/5). Pedimos que descontassem o valor das horas que perdemos durante a estadia, e isso não foi feito. No domingo, quando estávamos saindo do motel, uma outra gerente do estabelecimento que não sabia do caso riu da nossa cara ao relatarmos o ocorrido. Eu cheguei a comentar que eu poderia ter pegado uma infecção sexualmente transmissível”, desabafou a empresária.
No total, o casal pagou por, aproximadamente, 20h de hospedagem. O valor da conta ficou em R$ 2,3 mil, somando todo o consumo. Com os comprovantes fiscais, imagens e conversas registradas com a gerência do motel pelo aplicativo de mensagens WhatsApp, o casal registrou uma ocorrência na Vigilância Sanitária.
“Esperávamos que eles entrassem em contato para, pelo menos, pedir desculpas. Eles trataram o caso com muita frieza. Vão ter de pagar por tudo o que fizeram a gente passar”, diz a empresária.
Segundo ela, o casal tem o hábito de ir a motéis. “Nós somos casados há 25 anos, e temos esse costume de reservar hospedagens em motéis. Fazemos isso frequentemente e nunca havíamos passado por uma situação tão desagradável”, reclama Silvania.
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