8/1: STF adia julgamento de oficiais da PMDF réus por suposta omissão

O julgamento da cúpula da PMDF foi retirado de pauta dois dias antes da data marcada para o início. Agora, STF deve marcar novo dia

atualizado

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Fachada e arcos do STF
1 de 1 Fachada e arcos do STF - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakifoto

O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou de pauta, pela segunda vez, o julgamento da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) sobre suposta omissão nos atos de 8 de janeiro de 2023. O aviso de que o tema foi retirado da pauta da Primeira Turma do Supremo foi publicado na tarde desta quarta-feira (6/8).

Em junho, o julgamento chegou a ser retirado de pauta uma vez e foi remarcado para ocorrer nesta sexta-feira (8/8). Agora, com a nova suspensão, será necessário esperar o STF marcar uma nova data.

São réus nesse processo os coronéis Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da PMDF, Klepter Rosa Gonçalves, então subcomandante-geral da PMDF, Jorge Eduardo Barreto Naime, ex-chefe do Departamento de Operações, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, Marcelo Casimiro Vasconcelos, além do major Flávio Silvestre de Alencar e do tenente Rafael Pereira Martins.

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Klepter Rosa Gonçalves
Coronel Jorge Eduardo Naime Barreto
Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra
Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues
Major Flávio Silvestre de Alencar
Coronel Fábio Augusto Vieira
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Coronel Fábio Augusto Vieira

Reprodução / PMDF
Klepter Rosa Gonçalves
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Coronel Jorge Eduardo Naime Barreto
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Coronel Jorge Eduardo Naime Barreto

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Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra
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Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra

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Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues
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Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues

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Major Flávio Silvestre de Alencar
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Major Flávio Silvestre de Alencar

Hugo Barreto/Metrópoles

Denúncia da PGR

Ao aceitar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), em fevereiro de 2024, Moraes disse que a “omissão imprópria” pela qual os oficiais são acusados possibilitou a execução dos atentados contra as sedes dos Três Poderes federais.

Os ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Luiz Fux acompanharam o voto de Moraes. Na denúncia, a PGR destacou que havia “uma profunda contaminação ideológica de parte dos oficiais da PMDF denunciados, que se mostraram adeptos de teorias golpistas e conspiratórias sobre fraudes eleitorais”.

Os oficiais da PMDF vão responder pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência, grave ameaça com emprego de substancia inflamável contra patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima; deterioração de patrimônio tombado; e violação de dever contratual de garante e por ingerência da norma.

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