STF adia julgamento de cúpula da PMDF por suposta omissão no 8/1

Sete oficiais da PMDF são réus no processo. Julgamento seria realizado de forma virtual, entre 13 e 24 de junho, mas foi retirado de pauta

atualizado

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1 de 1 atos-antidemocraticos-compressed - Foto: Marcus Rodrigues/Metrópoles

O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou de pauta o julgamento da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) sobre uma suposta omissão nos atos de 8 de janeiro de 2023. O aviso de que o tema foi retirado da pauta da  Primeira Turma do Supremo foi publicado na tarde desta quarta-feira (11/6).

O julgamento aconteceria nesta sexta-feira (13/6). Com a retirada da pauta, o STF ainda vai definir nova data.

São réus nesse processo os coronéis Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da PMDF, Klepter Rosa Gonçalves, então subcomandante-geral da PMDF, Jorge Eduardo Barreto Naime, ex-chefe do Departamento de Operações, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, Marcelo Casimiro Vasconcelos, além do major Flávio Silvestre de Alencar e do tenente Rafael Pereira Martins.

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Ex-comandante do Departamento de Operações (DOp) da PM-DF também foi indiciado no relatório final
Coronel Fábio Augusto Vieira
Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues
Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra
Coronel Klepter Rosa Gonçalves, subcomandante da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em 8 de janeiro de 2023
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Coronel Klepter Rosa Gonçalves, subcomandante da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em 8 de janeiro de 2023

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Ex-comandante do Departamento de Operações (DOp) da PM-DF também foi indiciado no relatório final
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Ex-comandante do Departamento de Operações (DOp) da PM-DF também foi indiciado no relatório final

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Coronel Fábio Augusto Vieira
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Coronel Fábio Augusto Vieira

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Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues
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Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues

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Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra
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Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra

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Horas antes de retirar o julgamento de pauta, o relator do processo, o ministro Alexandre de Moraes, negou o pedido das defesas da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e havia mantido o julgamentos dos oficiais em sessão plenária virtual. Os advogados de quatro dos sete PMs que são réus no processo que apura suposta omissão da PMDF nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 pediram que o julgamento fosse levado ao plenário presencial do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os advogados avaliaram que, devido à relevância do caso, as sustenções orais deveriam ser presenciais a fim de se garantir “a ampla defesa” dos réus.

Porém, Moraes entendeu que o julgamento virtual não prejudica a discussão do tema. O ministro ainda ressaltou que as sustenções orais podem ser gravadas em vídeo e anexadas ao processo.

“Além disso, caso tenha interesse em fazer sustentação oral, a parte poderá, desde que observado o rito, encaminhá-la por meio eletrônico, após a publicação da pauta e até 48 horas antes de iniciado o julgamento em ambiente virtual”, escreveu.

Horas depois, retirou o julgamento de pauta.

 

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