Iges abre vagas com salários até R$ 7 mil para unidades da Saúde no DF

Oportunidades são para os níveis médio/técnico e superior em seis UPAs e nos hospitais de Base e Santa Maria administrados pelo instituto

Raimundo Sampaio/Esp. MetrópolesRaimundo Sampaio/Esp. Metrópoles

atualizado 22/08/2019 10:40

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) está com processo seletivo aberto para contratação de novos funcionários.

As oportunidades são para as seis unidades de Pronto Atendimento (UPAs), no Instituto Hospital de Base (IHBDF) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM).

As vagas abrangem nove cargos diferentes, entre eles, analista de gestão de pessoas, assistente de suporte de áudio e vídeo, médico intensivista pediátrico e médico pediatra.

Também há postos para enfermeiro de qualidade e segurança do paciente, nutricionista, terapeuta ocupacional, técnico de hematologia e técnico de laboratório.

As oportunidades são para quem cursou os ensinos médio/técnico e superior. Remunerações chegam a R$ 7 mil. Além do salário-base, contratados receberão benefícios como vale-transporte e alimentação

Interessados têm até a próxima segunda-feira (26/08/2019) para se inscrever no processo seletivo. É preciso acessar o site Vagas.com e digitar o termo “IgesDF” no campo de pesquisa.

A escolha dos candidatos será por exames técnicos e avaliação de competências comportamentais.

Investigações

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) investiga o Iges-DF por demissões sem justa causa. A Justiça solicitou ao instituto um relatório com informações sobre funcionários que se desligaram entre janeiro e julho de 2019.

O documento, a qual o Metrópoles teve acesso, mostra que R$ 1.036.932,52 foram gastos em 45 rescisões contratuais sem justa causa durante os primeiros seis meses do ano.

O MPDFT quer saber se as demissões ocorreram por necessidade ou se houve outro pretexto. Será apurado, também, se os cargos vagos foram preenchidos de imediato.

O Iges também está na mira do Ministério Público do Trabalho (MPT), que determinou ao instituto cancelar a seleção de 66 profissionais, realizada em 2018.

Segundo o MPT, o processo de seleção cometeu uma série de irregularidades, entre elas, a falta de “devida publicidade”. A instituição foi condenada a pagar indenização por dano moral de R$ 500 mil, além de multas de R$ 50 mil por descumprimento de determinações da sentença.

 

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