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Sexo com robôs de famosos? Veja as previsões sexuais para os próximos anos

Desde sexo remoto, robôs sexuais e experiências imersivas, relatório Futuro do Sexo dá previsões de sextech para ainda esta década

atualizado 05/01/2021 11:30

SextechFoto: Donald Iain Smith/Getty Images

É certo que estamos em 2021 e nada ainda de carros voadores. Contudo, no que diz respeito a sexo, o futuro é logo ali (ou pode-se dizer que já chegou). O relatório Future of Sex, lançado em 2011, fez previsões relacionadas ao sextech – união entre sexo e tecnologia, que tende a ser cada vez mais praticada.

Ainda que cenários futurísticos e enredos do tipo Black Mirror pareçam ser uma realidade muito distante, as datas previstas pelos pesquisadores estão mais perto do que se possa imaginar.

Uma delas, inclusive, já ficou para trás – de acordo com o relatório, em 2020, as pessoas iriam regularmente emparelhar realidade virtual e sex toys táteis para imergir totalmente no entretenimento adulto. Com brinquedos cada vez mais tecnológicos, videogames realísticos que permitem atos sexuais e casamentos entre humanos e robôs sexuais, pode-se dizer que a previsão se realizou.

As previsões do Future of Sex foram divididas em 5 categorias de tecnologia sexual: sexo remoto, sexo virtual, robôs, entretenimento imersivo e aumento. Dentre elas, algumas prometem partes do corpo do(a) crush via impressora 3D, sexo com celebridades ou mesmo exs não superados, entre outros – algumas delas, nessa década mesmo. Confira as principais:

  • Em 2033, artistas do segmento adulto e algumas celebridades irão vender réplicas robóticas de si mesmos, projetadas especialmente para o sexo;
  • 1 em cada 10 adultos fará sexo com um robô em 2045;
  • Em 2025, partes do corpo do(a) amante impressas em 3D, habilitadas com feedback de toque, adicionarão realismo ao sexo a distância;
  • Em 2024 as pessoas serão capazes de ser qualquer um e interagir com qualquer um, podendo realizar as fantasias sexuais mais impossíveis em mundos virtuais foto-realistas;
  • Em 2027, mesmo a distância, as interfaces “cérebro a cérebro” vão permitir que os parceiros estimulem um ao outro para atingir o orgasmo;

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