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Pouca vergonha

Saiba mais sobre o fetiche em ser corno, como namorado de Luiza Ambiel

Musa dos anos 1990, Luiza Ambiel revelou que vive uma relação com prática de cuckold. O nome é dado ao fetiche em "ser corno"; entenda

03/12/2025 15:56
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Reprodução/Instagram/@luizaambieloficial
Saiba mais sobre o fetiche em ser corno, como namorado de Luiza Ambiel

A atriz e apresentadora Luiza Ambiel assumiu recentemente seu novo relacionamento e chamou atenção ao revelar que o namorado não só a apoia, como também a acompanha nas gravações de conteúdo adulto. O homem, inclusive, explora o fetiche cuckold, ou seja, gosta de ver a amada se relacionando, inclusive sexualmente, com outras pessoas.

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Conhecida nacionalmente por participar da Banheira do Gugu, a musa decidiu abrir o jogo nas redes sociais e esclarecer um tema que ainda gera muita curiosidade e debates sobre seu relacionamento.

Luiza Ambiel

Logo de início, Luiza fez questão de reforçar que tudo é conversado, acertado e escolhido pelos dois. Segundo ela, não existe espaço para polêmicas quando a relação é baseada em clareza e acordo mútuo: “Eu não tenho nenhuma dificuldade em lidar com isso, até porque tudo na minha relação é combinado e consentido. Se é algo que funciona para nós dois, não vejo motivo para transformar em polêmica.”

A partir dessa abertura, a artista aproveitou para explicar, de forma direta, o fetiche que desperta tantos questionamentos. “As pessoas complicam muito o termo, mas é basicamente uma fantasia que existe entre alguns casais. Não tem falta de respeito, não tem traição e não tem nada escondido”, evidenciou Luiza.

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 A fantasia, por sua vez, é algo mais voltado a um desejo ou imaginação que você pode ou não querer colocar em prática
Elas servem como um meio de explorar desejos e estimular a excitação sexual, sem necessariamente serem essenciais para a satisfação sexual
 o fetiche sexual é caracterizado pela obtenção de excitação e prazer por meio de um objeto específico, parte do corpo ou situação particular
Para que um comportamento seja considerado fetichista, a presença do objeto ou contexto fetichizado é frequentemente necessária para que a pessoa alcance satisfação sexual
O fetiche acontece quando uma pessoa se sente atraída e excitada por algo bem específico
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O fetiche acontece quando uma pessoa se sente atraída e excitada por algo bem específico

Getty Images
 A fantasia, por sua vez, é algo mais voltado a um desejo ou imaginação que você pode ou não querer colocar em prática
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A fantasia, por sua vez, é algo mais voltado a um desejo ou imaginação que você pode ou não querer colocar em prática

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Elas servem como um meio de explorar desejos e estimular a excitação sexual, sem necessariamente serem essenciais para a satisfação sexual
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Elas servem como um meio de explorar desejos e estimular a excitação sexual, sem necessariamente serem essenciais para a satisfação sexual

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 o fetiche sexual é caracterizado pela obtenção de excitação e prazer por meio de um objeto específico, parte do corpo ou situação particular
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o fetiche sexual é caracterizado pela obtenção de excitação e prazer por meio de um objeto específico, parte do corpo ou situação particular

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Para que um comportamento seja considerado fetichista, a presença do objeto ou contexto fetichizado é frequentemente necessária para que a pessoa alcance satisfação sexual
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Para que um comportamento seja considerado fetichista, a presença do objeto ou contexto fetichizado é frequentemente necessária para que a pessoa alcance satisfação sexual

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Fetiche é legítimo e normal entre vários casais

O fetiche já foi abordado na coluna Pouca Vergonha. A sexóloga Alessandra Araújo destacou que, no contexto heterossexual, é comum que um homem sinta prazer em saber que sua esposa ou companheira está com outro parceiro — mas essa dinâmica pode ocorrer em qualquer configuração de gênero e orientação.

“Essa fantasia pode envolver diferentes níveis de envolvimento emocional e sexual. Para algumas pessoas, o prazer está na transgressão e no sentimento de “ser traído com consentimento”, enquanto para outras, há uma erotização do controle, da humilhação, da submissão ou da admiração pela parceira”, salienta a profissional.