
Pouca vergonhaColunas

Posição sexual Mating Press junta penetração profunda e contato íntimo
Essa variação da clássica posição missionária promete mais profundidade, contato intenso e conexão entre parceiros
atualizado
Compartilhar notícia

Adora a intimidade frente a frente da posição missionária, mas quer apimentar a sua vida sexual (sem acrobacias)? Conheça a posição sexual “Mating Press”. Esta variação simples, mas eficaz, da posição clássica não só pode apimentar a sua vida sexual, como também beneficiar o seu relacionamento.
Experimentar novas posições sexuais é uma forma simples de renovar a energia da relação. Ao sair do automático, os parceiros passam a se observar mais, ajustar movimentos, conversar sobre preferências e descobrir novas zonas de conforto (e de excitação). Essa curiosidade mútua fortalece a intimidade emocional e física, criando um espaço mais aberto para o diálogo sobre desejos e limites.
Além disso, quanto mais prazerosa é a experiência sexual, maior tende a ser a frequência — e o sexo regular está associado à redução do estresse, melhora do humor e maior sensação de vínculo entre o casal. Ou seja: além de divertido, pode contribuir para o bem-estar geral da relação.
Na prática, a posição é simples. A pessoa que recebe deita-se de costas e eleva as pernas, apoiando-as nos ombros do parceiro ou da parceira que penetra, formando um “V”. Quem está por cima mantém o controle do ritmo e da profundidade, podendo inclinar o tronco para intensificar o contato corporal ou manter os braços apoiados para ajustar a pressão.

Um dos diferenciais da Mating Press é a possibilidade de maior estímulo, já que o ângulo favorece a penetração mais profunda. Ao mesmo tempo, a proximidade permite beijos, toques e contato visual constante, elementos que aumentam a sensação de entrega e cumplicidade.
Para aproveitar melhor a experiência, vale investir em comunicação durante o ato, ajustar o ritmo conforme o conforto de ambos e usar apoio sob o quadril — como um travesseiro — para facilitar a posição e evitar desconfortos. Pequenas adaptações podem transformar a prática em uma experiência ainda mais prazerosa e segura.














